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Controladores se recusaram a se comunicar com Ryanair antes do pouso do avião em Belarus, diz mídia

© REUTERS / Andrius SytasAvião da companhia aérea Ryanair, desviado para a Belarus, pousa no Aeroporto de Vilnius, Lituânia, 23 de maio de 2021
Avião da companhia aérea Ryanair, desviado para a Belarus, pousa no Aeroporto de Vilnius, Lituânia, 23 de maio de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 28.05.2021
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Os controladores de tráfego aéreo belarussos não permitiram aos pilotos do avião da Ryanair redirecionado a Minsk comunicar com a companhia aérea depois da mensagem sobre existência de uma bomba, informa a agência Reuters citando carta da empresa de transporte.

O documento foi enviado ao Ministério dos Transportes de Belarus no dia 26 de maio. O CEO da Ryanair considerou a correspondência prévia recebida das autoridades oficiais da república "inexata". Ele também declarou que o avião foi "ilegalmente redirecionado sob falso pretexto".

"O comandante do avião não teve outra opção além de redirecionar [o avião] para Minsk quando os controladores de Minsk o avisaram sobre uma ameaça real de explosão do avião", conforme citado pela Reuters.

Além disso, de acordo com a carta, os especialistas forneceram à tripulação a falsa informação de que a Ryanair alegadamente não respondia às ligações telefônicas.

A própria companhia aérea não respondeu ao pedido de comentar esses dados.

No último domingo (23), uma aeronave da companhia Ryanair com mais de 120 passageiros a bordo, que fazia a rota entre Atenas e Vilnius, precisou realizar uma aterrissagem de emergência em Minsk por uma suposta ameaça de bomba, que depois não se confirmou.

As autoridades belarrussas enviaram um caça MiG-29 para escoltar a aeronave e, durante sua escala forçada em Minsk, detiveram o jornalista Roman Protasevich. Protasevich, cujos canais no Telegram foram utilizados para coordenar os protestos pós-eleitorais em Belarus, é acusado por Minsk de vários delitos, entre eles a organização de distúrbios públicos, o que poderia lhe render uma pena de até 15 anos de prisão.

Os países ocidentais criticaram a ocorrência, declarando que Minsk obrigou o avião a pousar sob um pretexto inventado. O lado belarusso não concorda com tais acusações e afirma que foi o próprio comandante da aeronave quem tomou a decisão sobre o pouso.

Pouco depois, as autoridades aéreas de Belarus divulgaram a transcrição da conversa entre o piloto e o controlador aéreo, a qual não contém quaisquer ameaças contra a tripulação.

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