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Facebook diz que não vai mais apagar posts sobre teorias de que SARS-CoV-2 foi 'criado pelo homem'

© Foto / Pixabay / geraltAplicativo do Facebook
Aplicativo do Facebook  - Sputnik Brasil, 1920, 27.05.2021
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Representantes do Facebook, que também é dono do WhatsApp e do Instagram, afirmam que continuam "trabalhando com especialistas em saúde para acompanhar a evolução da natureza da pandemia".

A rede social Facebook suspendeu a proibição de conteúdo sobre as origens da COVID-19 e teorias sobre sua possível criação de laboratório.

"À luz das investigações em andamento sobre a origem da COVID-19 e em consulta com especialistas em saúde pública, não removeremos mais a alegação de que a COVID-19 foi criada pelo homem em nossos aplicativos", afirmou o portal Politico citando um porta-voz do Facebook na quarta-feira (26).

Os representantes do Facebook, que também é dono do WhatsApp e do Instagram, acrescentaram que "continuamos trabalhando com especialistas em saúde para acompanhar a evolução da natureza da pandemia e atualizar regularmente nossas políticas à medida que novos fatos e tendências surgem."

A empresa digital possui uma política de proibir desinformação sobre a pandemia do novo coronavírus. Postagens contendo alegações falsas sobre "segurança, eficácia, ingredientes ou efeitos colaterais" foram adicionadas à lista de conteúdo já banido, que incluía informações incorretas mais gerais sobre o SARS-CoV-2.

© REUTERS / Thomas PeterSeguranças vigiam o Instituto de Virologia de Wuhan, na província de Hubei, China. Foto de arquivo
Facebook diz que não vai mais apagar posts sobre teorias de que SARS-CoV-2 foi 'criado pelo homem' - Sputnik Brasil, 1920, 27.05.2021
Seguranças vigiam o Instituto de Virologia de Wuhan, na província de Hubei, China. Foto de arquivo

Teoria do vírus vazado

Recentemente, a teoria de que o novo coronavírus escapou de um laboratório ganhou força em Washington, resultando no pedido do presidente norte-americano Joe Biden para que a comunidade de inteligência dos EUA intensifique seus esforços para estudar as origens do SARS-CoV-2.

"Eu agora pedi à comunidade de inteligência [dos EUA] que redobrasse seus esforços para coletar e analisar informações que poderiam nos trazer mais perto de uma conclusão definitiva, e me reportar em 90 dias. Como parte desse relatório, solicitei áreas de investigação adicional que podem ser necessárias, incluindo questões específicas para a China", disse Biden em um comunicado na quarta-feira (26), reproduzido pelo jornal The Guardian.

O pedido de Biden incluiu solicitar à comunidade de inteligência dos EUA para explorar a possibilidade de que as origens do vírus sejam rastreadas até um laboratório chinês. Depois de meses minimizando a possibilidade dessa teoria, o governo Biden está respondendo às preocupações domésticas e geopolíticas sobre pressionar a China para que seja transparente sobre a pandemia, afirma a mídia.

© REUTERS / Evelyn HocksteinPresidente dos EUA, Joe Biden, saúda ao chegar à Base Aérea da Guarda Nacional de Delaware em Delaware, EUA, 25 de maio de 2021
Facebook diz que não vai mais apagar posts sobre teorias de que SARS-CoV-2 foi 'criado pelo homem' - Sputnik Brasil, 1920, 27.05.2021
Presidente dos EUA, Joe Biden, saúda ao chegar à Base Aérea da Guarda Nacional de Delaware em Delaware, EUA, 25 de maio de 2021

A embaixada chinesa em Washington, sem mencionar a ordem de Biden, acusou forças políticas não identificadas de estarem fixadas em um jogo de culpa, ignorando a necessidade urgente de combater a pandemia.

"A campanha de difamação e a transferência de culpa voltaram, e a teoria da conspiração do vazamento de laboratório está ressurgindo", afirmou a embaixada em comunicado.

No início deste ano, a China se recusou a autorizar uma missão de investigação ao país pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para estudar as origens da COVID-19.

O SARS-CoV- foi detectado pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan no final de 2019 e desde então se espalhou pelo mundo, matando quase 3,5 milhões de pessoas e infectando quase 168 milhões, de acordo com Johns Hopkins.

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