EUA enviariam porta-aviões USS Ronald Reagan para assegurar retirada de tropas do Afeganistão

© AP Photo / Eugene HoshikoUSS Ronald Reagan, foto de arquivo
USS Ronald Reagan, foto de arquivo - Sputnik Brasil, 1920, 26.05.2021
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O jornal Wall Street Journal citou funcionários da defesa norte-americanos em relato sobre os planos do Pentágono de substituir o porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower no Oriente Médio.

O Pentágono planeja destacar o porta-aviões USS Ronald Reagan para o Oriente Médio durante os próximos meses para apoiar a retirada das tropas norte-americanas do Afeganistão, informou na quarta-feira (26) o jornal Wall Street Journal.

"É esperado que o Pentágono mova o único porta-aviões atualmente destacado na região Ásia-Pacífico para o Oriente Médio para apoiar a retirada das tropas dos EUA do Afeganistão", disse a mídia citando funcionários familiarizados com os planos do Pentágono.

Segundo as informações, o porta-aviões USS Ronald Reagan, cujo porto de base é em Yokosuka, Japão, irá para o Oriente Médio no verão do Hemisfério Norte, onde operará por "até quatro meses".

"O porta-aviões que opera atualmente na região, o USS Dwight D. Eisenhower [...] foi destacado [para a região] por duas vezes nos últimos 36 meses e não pode mais conduzir operações com segurança além desse período", disseram as fontes do Wall Street Journal.

O USS Dwight D. Eisenhower deve retornar até julho a seu porto de base em Norfolk, Virgínia, EUA.

A administração do atual presidente norte-americano Joe Biden anunciou anteriormente que começaria, em coordenação com os aliados, sua retirada de tropas do Afeganistão em 1º de maio de 2021, terminando até 11 de setembro. Em 2020, representantes dos EUA e do Talibã (organização terrorista, proibida na Rússia e em vários outros países) assinaram em Doha, Catar, o primeiro acordo de paz em mais de 18 anos de guerra.

O plano prevê a retirada das tropas estrangeiras do Afeganistão em 14 meses e o início de um diálogo interafegão após troca de prisioneiros. Desde que o acordo foi assinado, o Talibã tem acusado repetidamente Washington de o violar.

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