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Vacina russa Sputnik V é altamente efetiva contra variante brasileira da COVID, aponta estudo

© REUTERS / Shamil ZhumatovProfissional da saúde segura frasco da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 em Moscou, na Rússia.
Profissional da saúde segura frasco da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 em Moscou, na Rússia. - Sputnik Brasil, 1920, 24.05.2021
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Um estudo argentino confirmou que a vacina russa Sputnik V é altamente efetiva contra a variante brasileira da COVID-19, informou o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo).

O novo estudo, realizado pelo Instituto de Virologia da Argentina, mostrou que a vacina Sputnik V é altamente efetiva contra a nova variante de Manaus do coronavírus.

O estudo também mostrou que 99,65% dos vacinados possuíam anticorpos IgG para a COVID-19 após a segunda dose.

Os resultados confirmaram especificamente que a imunidade gerada graças à vacinação com a Sputnik V evitou o contágio com a variante de Manaus tanto naqueles que receberam uma dose, como naqueles que receberam as duas doses da vacina.

"O estudo realizado na Argentina confirmou a alta eficiência da vacina Sputnik V contra novas cepas e novas variantes do coronavírus. A Argentina foi o primeiro país da América Latina a iniciar a vacinação da população com a Sputnik V. Agora vemos que a vacina russa ajuda a proteger a população não apenas contra as cepas conhecidas, como também contra novas variantes, incluindo a de Manaus, com uma forte resposta imune gerada após receber apenas uma dose da vacina", afirmou Kirill Dmitriev, diretor-geral do RFPI.

​O novo estudo, realizado pelo Instituto de Virologia da Argentina, mostrou que a vacina Sputnik V é altamente efetiva contra a nova variante de Manaus do coronavírus. O estudo também mostrou que 99,65% dos vacinados possuíam anticorpos IgG para a COVID-19 após a segunda dose.

A vacina da Rússia Sputnik V já foi aprovada em 66 países, que juntos têm uma população de mais de 3,2 bilhões de pessoas. O imunizante ocupa a segunda posição mundial em aprovações de reguladores estatais. A vacina tem uma eficácia de 97,6%, baseando-se na análise dos dados de 3,8 milhões de russos vacinados, sendo esta porcentagem superior à eficácia indicada antes na revista científica The Lancet (91,6%), de acordo com o Fundo Russo de Investimentos Diretos e o Centro Gamaleya.

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