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Prisioneira de jihadistas em Moçambique diz estar pronta para ajudar autoridades a localizá-los

© AFP 2021 / Alfredo ZunigaMulher espera chegada de seu filho a Pemba em barco de evacuados da costa de Palma, Moçambique, 1 de abril de 2021
Mulher espera chegada de seu filho a Pemba em barco de evacuados da costa de Palma, Moçambique, 1 de abril de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 20.05.2021
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Uma menina que foi mantida prisioneira de islamistas em Moçambique por um mês revelou à Sputnik que quer ajudar as autoridades a localizá-los. A menina explicou o comportamento dos rebeldes e de que maneira pode ajudar em sua busca.

Susana, que trabalhava no Departamento de Saúde de Palma, disse à Sputnik que foi uma de 10 meninas sequestradas pelos rebeldes para depois obterem um resgate. Foi liberada após 32 dias em cativeiro. A menina contou que quer ajudar as autoridades a localizar os militantes.

"Eu sei quais são os pontos de controle e os caminhos que usam. Se me disserem para ir lá e mostrar, não vou concordar: tenho medo de ser morta. Mas posso mostrar seus movimentos a partir do ar", afirmou Susana.

Falando de sua estadia em cativeiro, a menina destacou que "eles [os militantes] não torturavam, nos alimentavam bem". Sempre continuavam repetindo que se moviam em direção ao Zimbábue, onde matariam pessoas, lembrou Susana.

A menina afirmou que os rebeldes se deslocam em veículos que capturaram em Palma de noite. Não usam as estradas principais, apenas caminhos florestais.

Anteriormente, o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países) informou sobre a invasão da cidade moçambicana de Palma, os combates pelo território ocorreram desde 24 de março. Em 2 de abril, a polícia de Moçambique anunciou à Sputnik que não há mais militantes na cidade.

Cerca de 14 mil pessoas tiveram de deixar Palma, segundo dados da Organização Internacional para as Migrações. Milhares de pessoas ficaram bloqueadas nesta região, de acordo com o representante do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, Babar Baloch.

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