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Taxa de transmissão da COVID-19 no Brasil tem pequena queda e fica em 0,91

© REUTERS / Bruno KellyFuncionária de saúde transporte em barco, pelo rio Solimões, doses da vacina de Oxford/AstraZeneca contra o coronavírus
Funcionária de saúde transporte em barco, pelo rio Solimões, doses da vacina de Oxford/AstraZeneca contra o coronavírus - Sputnik Brasil, 1920, 18.05.2021
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A taxa de transmissão do coronavírus no Brasil apresentou pequena queda nesta semana, caindo de 0,96 para 0,91, segundo levantamento do Imperial College de Londres. 

Os dados significam que de cada 100 pessoas contaminadas, a doença é transmitida para outras 91. Para que a pandemia dê sinais de que está diminuindo, é preciso que o nível fique abaixo de 100. 

Apesar da melhora, o patamar ainda é considerado alto e instável, sendo necessário períodos mais longos de tempo para uma avaliação mais eficaz. Além disso, dentro da margem de erro calculada pela universidade britânica, o índice brasileiro pode variar de 0,88 a 1,04.

A taxa de transmissão chegou a ficar em valores mais baixos anteriormente, o que não impediu a chegada de uma segunda onda da COVID-19. Especialistas falam inclusive na possibilidade de uma terceira onda do coronavírus no Brasil.

Maiores índices

Segundo o levantamento britânico, os países que registraram a maior taxa de transmissão no mundo foram África do Sul (Rt 1,32), Bahrain (Rt 1,29) e Bolívia (Rt 1,25). Os menores índices foram identificados na Suécia (Rt 0,35), Suíça (Rt 0,42) e Espanha (Rt 0,50).

De acordo com o Imperial College, até a segunda-feira (17) foram contabilizados mais de 162 milhões de casos de COVID-19 e mais de 3,3 milhões de óbitos no mundo. 

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