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Ministério da Saúde do Equador confirma autorização para importar Sputnik V

© Sputnik / Vladimir Pesnya / Abrir o banco de imagensEm Moscou, um profissional de saúde segura uma ampola da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19, em 30 de abril de 2021
Em Moscou, um profissional de saúde segura uma ampola da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19, em 30 de abril de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 16.05.2021
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O Ministério da Saúde do Equador confirmou hoje (16) que a Agência Nacional de Regulação, Controle e Vigilância Sanitária (Arcsa) emitiu a autorização para a importação da vacina russa contra a COVID-19, a Sputnik V.

"A Arcsa emitiu a autorização para a importação da vacina Gam-COVID-Vac, denominada Sputnik V, que foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, da Rússia, em favor desta pasta de Estado", informou o Ministério da Saúde equatoriano em comunicado.

O Equador negocia a aquisição da vacina russa desde setembro do ano passado e, segundo o governo do país andino, a autorização da Arcsa para a importação para o uso emergencial da vacina foi obtida em 14 de maio, logo depois de o governo equatoriano chegar a um acordo sobre as condições de fornecimento.

Segundo a Lei Orgânica da Saúde, a autoridade sanitária do Equador tem a faculdade de autorizar a importação de produtos biológicos em casos de emergência, como os que o país enfrenta com a pandemia, antes do cumprimento dos requisitos estabelecidos no marco legal.

O ministério acrescentou na nota que, com a vacina Sputnik V, o Equador vai fortalecer, diversificar e acelerar o processo de vacinação para conter a pandemia de COVID-19 e atingir a imunidade coletiva.

Com a luz verde dada pela Arcsa para a importação, o Equador se converteu no 66º país a aprovar o uso do fármaco russo.

Equador se torna o 66º país no mundo a registrar a Sputnik V.

O imunizante Sputnik V foi desenvolvido pelo Centro Gamaleya com financiamento do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo). A vacina foi a primeira aprovada no mundo contra a COVID-19, após receber o sinal verde das autoridades russas em 11 de agosto de 2020.

O fármaco consta de duas doses aplicadas com um intervalo de 21 dias: a primeira se baseia no adenovírus humano tipo 26 e a segunda no adenovírus humano recombinante de tipo 5.

Um estudo realizado com 3,8 milhões de pessoas imunizadas com as duas doses do medicamento mostrou uma eficiência de 97,6% contra a COVID-19.

Desde o início da pandemia e até este domingo (16), o Equador registra 410.129 casos positivos de COVID-19, confirmados com testes PCR, 14.415 óbitos confirmados e 5.284 mortes prováveis, segundo o Ministério da Saúde do país. 

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