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Companhias aéreas internacionais suspendem voos com Israel após lançamento de foguetes

© REUTERS / Ronen ZvulunPassageiro chega a terminal no Aeroporto Ben Gurion antes de Israel proibir os voos internacionais devido à pandemia da doença do novo coronavírus (COVID-19), em Lod, perto de Tel Aviv, Israel, 25 de janeiro de 2021
Passageiro chega a terminal no Aeroporto Ben Gurion antes de Israel proibir os voos internacionais devido à pandemia da doença do novo coronavírus (COVID-19), em Lod, perto de Tel Aviv, Israel, 25 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 16.05.2021
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As companhias aéreas não israelenses cancelaram todos os voos de e para Israel devido aos foguetes lançados por grupos islâmicos na Faixa de Gaza, deixando todo esse serviço a empresas israelenses.

No sábado (15), a Fly Dubai e a Etihad Air, duas companhias aéreas dos Emirados Árabes Unidos (EAU), interromperam as operações, juntando-se a uma série de outras empresas que cancelaram seus voos nos últimos dias, informa mídia israelense.

Os voos foram cancelados, embora Israel tenha tomado providências para desviar alguns voos recebidos do Aeroporto Ben Gurion, o principal terminal internacional no país, para aterrissarem no Aeroporto Ramon, no sul do país. Assim, apenas empresas de Israel estão agora operando voos de e para fora do país.

Os cancelamentos cobrem principalmente os voos que foram programados até terça-feira (18), em sua maioria. O quadro de voos do Aeroporto Ben Gurion mostra que muitas empresas aéreas ainda têm voos programados a partir da quarta-feira (19).

O conflito palestino-israelense se agravou na segunda-feira (10) depois que expirou o ultimato do movimento palestino Hamas, que exigia que Israel retirasse os militares e policiais da Esplanada das Mesquitas e do bairro de Sheikh Jarrah.

O Hamas e outra facção radical, a Jihad Islâmica (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países), começaram a disparar foguetes contra Israel. Muitos dos quase 2.900 projéteis disparados até agora foram interceptados pelo sistema antimíssil Cúpula de Ferro e cerca de 450 caíram na Faixa de Gaza.

O bombardeio retaliatório por aeronaves e artilharia israelenses, de acordo com o Ministério da Saúde da Palestina, matou até agora pelo menos 188 pessoas, incluindo 55 crianças, e feriu mais de 1.200.

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