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Chanceler chinês critica retirada 'precipitada' das tropas dos EUA do Afeganistão

© AP Photo / Marco Di LauroHelicóptero militar dos EUA AH1-Huey no aeroporto de Kandahar, Afeganistão (foto de arquivo)
Helicóptero militar dos EUA AH1-Huey no aeroporto de Kandahar, Afeganistão (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 16.05.2021
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O ministro das Relações Exteriores da China criticou a retirada "precipitada" do contingente militar norte-americano do Afeganistão e apelou às organizações internacionais para acompanharem mais atentamente a situação na região.

A retirada "precipitada" dos militares norte-americanos do Afeganistão é um golpe no processo de cessar-fogo que decorre dentro do país, afirmou o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, durante uma conversa por telefone com seu homólogo do Paquistão, Shah Mehmood Qureshi.

"Wang Yi destacou que a retirada precipitada das tropas dos EUA do Afeganistão já se tornou um golpe sério no processo de trégua no Afeganistão, e também prejudicou a estabilidade da região", segundo o comunicado no site da chancelaria chinesa.

Wang disse que a China espera que as Nações Unidas desempenharão seu papel e que a Organização para Cooperação de Xangai deve acompanhar a questão mais atentamente. Os países vizinhos do Afeganistão devem cooperar.

"Os países vizinhos do Afeganistão devem reforçar sua cooperação, apresentar uma frente unida e realizar ações coordenadas", disse o ministro chinês.

Além disso Wang Yi sublinhou que o Paquistão tem tradicionalmente um impacto importante na questão afegã e que Pequim aprecia devidamente os esforços do país para atingir a paz no Afeganistão.

"Na situação atual a China e o Paquistão devem continuar reforçando a coordenação estratégica, influenciar mais ativamente o processo de normalização no Afeganistão e manter em conjunto a paz e estabilidade na região", de acordo com o chanceler chinês.

Em meados de abril, a administração do presidente Joe Biden anunciou que em 1º de maio começaria a retirada de suas tropas do Afeganistão, que terminaria até 11 de setembro. No entanto, em fevereiro de 2020, a administração de Donald Trump e o Talibã assinalaram em Doha, no Qatar, um acordo de paz que previa a saída das tropas estrangeiras do país em 14 meses.

O Talibã (organização proibida na Rússia e em vários outros países) acusou os EUA de violarem o acordo assinado em Doha devido à falha em relação ao prazo inicial da retirada do contingente militar norte-americano.

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