OMS diz que variante indiana da COVID-19 está presente em 44 países

© REUTERS / DANISH SIDDIQUIOs pacientes recebem tratamento dentro de uma enfermaria COVID-19 de um hospital administrado pelo governo, em meio à pandemia da doença coronavírus (COVID-19), no distrito de Bijnor, Uttar Pradesh, Índia, 11 de maio de 2021
Os pacientes recebem tratamento dentro de uma enfermaria COVID-19 de um hospital administrado pelo governo, em meio à pandemia da doença coronavírus (COVID-19), no distrito de Bijnor, Uttar Pradesh, Índia, 11 de maio de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 11.05.2021
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) detectou a variante que está por trás da explosão do número de casos de COVID-19 na Índia em dezenas de outros países ao redor do mundo, anunciou o órgão nesta quarta-feira (12).

A variante B.1.617, que apareceu pela primeira vez na Índia em outubro do ano passado, foi detectada em sequências carregadas no banco de dados GISAID "de 44 países em todas as seis regiões da OMS", diz a organização, acrescentando que ela recebeu "notificações de detecção em cinco outros países".

"E a OMS recebeu relatórios de detecções de cinco países adicionais", disse o órgão em sua atualização epidemiológica semanal sobre a pandemia.

© Sputnik / Idris Muhamed / Abrir o banco de imagensPessoas esperam ao lado de cilindros de oxigênio do lado de fora de uma estação para reabastecê-los, em meio à disseminação da doença do coronavírus, em Deli, na Índia
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Pessoas esperam ao lado de cilindros de oxigênio do lado de fora de uma estação para reabastecê-los, em meio à disseminação da doença do coronavírus, em Deli, na Índia

Fora da Índia, disse que o Reino Unido relatou o maior número de casos de COVID-19 causados pela variante.

No início desta semana, a OMS declarou a B.1.617 — que conta três chamadas sub-linhagens com mutações e características ligeiramente diferentes — como uma "variante de preocupação".

Portanto, ela foi adicionada à lista que contém três outras variantes da COVID-19, aquelas detectadas pela primeira vez no Reino Unido, no Brasil e na África do Sul.

As variantes são vistas como mais perigosas do que a versão original do vírus porque são mais transmissíveis, mortais ou podem passar por algumas proteções vacinais.

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