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China 'não está cumprindo as normas responsáveis' com queda de destroços de foguete, afirma NASA

© REUTERS / Tingshu WangFoguete Longa Marcha 5 Y5, que carrega a sonda lunar Chang'e-5, antes de decolar do Centro de Lançamento Espacial Wenchang, em Wenchang, província de Hainan, China, 24 de novembro de 2020
Foguete Longa Marcha 5 Y5, que carrega a sonda lunar Chang'e-5, antes de decolar do Centro de Lançamento Espacial Wenchang, em Wenchang, província de Hainan, China, 24 de novembro de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 09.05.2021
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De acordo com Bill Nelson, administrador da agência espacial norte-americana, Pequim falhou em garantir a minimização dos riscos para pessoas e propriedades na Terra com seu foguete.

Bill Nelson, administrador da agência espacial norte-americana NASA, criticou Pequim depois que os destroços do maior foguete chinês caíram no domingo (9) no oceano Índico.

"As nações exploradoras do espaço devem minimizar os riscos para pessoas e propriedades na Terra de reentradas de objetos espaciais, e maximizar a transparência em relação a essas operações", sugeriu em comunicado Bill Nelson, ex-senador e astronauta, que foi escolhido em março para o papel de administrador da NASA.

No final de abril, a China lançou o foguete Longa Marcha 5B com o módulo principal Tiangong (Palácio Celestial) para a futura estação orbital de Pequim.

O estágio gasto do foguete CZ-5B atraiu especulações sobre onde os detritos cairiam, bem como críticas sobre a falta de transparência. O Escritório de Engenharia Espacial Tripulada da China disse que a maioria dos detritos se queimou na atmosfera.

Mais tarde, a mídia chinesa relatou que partes do foguete reentraram na atmosfera às 10h24, horário de Pequim (23h24, horário de Brasília), e caíram nas coordenadas 72,47 graus de longitude leste e 2,65 graus de latitude norte.

O Comando Espacial dos EUA confirmou a reentrada dos destroços, mas referiu que a localização exata do impacto e a extensão dos detritos eram desconhecidas.

"É evidente que a China não está cumprindo as normas responsáveis com relação aos seus destroços espaciais", disse o administrador da NASA.

De acordo com Wang Wenbin, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, havia muito pouco risco de que objetos significativamente grandes atingissem o solo.

O foguete caiu no domingo (9) no oceano Índico. É esperado que o módulo principal que ele transportou se torne o centro de controle da estação orbital Tiangong (Palácio Celestial), cuja montagem a China quer terminar até 2022.

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