Albânia é o 64º país a aprovar o uso da Sputnik V

© Sputnik / Aleksandr Kryazhev / Abrir o banco de imagensProfissional da saúde insere a vacina russa Sputnik V em uma seringa
Profissional da saúde insere a vacina russa Sputnik V em uma seringa - Sputnik Brasil, 1920, 30.04.2021
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Enquanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) não entram em consenso sobre a importação da Sputnik V, mais um país europeu aprovou a vacina russa. 

Nesta sexta-feira (30), foi a vez de a Albânia dar o sinal verde para o uso do imunizante. O RFPI afirmou, inclusive, que o país balcânico já recebeu seu primeiro carregamento com injeções.

"O Fundo Russo de Investimentos Diretos […] anuncia a aprovação da vacina russa Sputnik V contra o coronavírus pelo Ministério da Saúde e Proteção Social da República da Albânia. A primeira remessa da vacina já chegou à Albânia", disse o RFPI em um comunicado.

A Albânia tornou-se, assim, o 64º país a aprovar o uso da vacina russa.

"A aprovação da vacina russa na Albânia permitirá que a população do país tenha acesso a uma das melhores vacinas contra o coronavírus em todo o mundo", disse o diretor geral do RFPI, Kirill Dmitriev, no comunicado.
© Sputnik / Vladimir Jivoinovich / Abrir o banco de imagensEm Belgrado, na Sérvia, um homem é vacinado contra COVID-19 com a vacina russa Sputnik V, em 31 de março de 2021
Albânia é o 64º país a aprovar o uso da Sputnik V - Sputnik Brasil, 1920, 30.04.2021
Em Belgrado, na Sérvia, um homem é vacinado contra COVID-19 com a vacina russa Sputnik V, em 31 de março de 2021

Sputnik V no Brasil: imbróglio

Na última segunda-feira (26), a Anvisa negou um pedido de importação emergencial da vacina Sputnik V feito por 14 estados brasileiros, afirmando que um dos adenovírus usados como vetores no imunizante teria conservado sua capacidade de replicação.

Na terça-feira (27), o RFPI afirmou acreditar que a decisão da Anvisa poderia ter motivações políticas. Na quinta-feira (29), o Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya (Centro Gamaleya), fabricante da vacina, informou que estava iniciando um processo judicial de difamação contra a agência reguladora brasileira "por espalhar informações falsas e imprecisas intencionalmente".

Os desenvolvedores negam que a vacina use vetores replicantes, como alega a Anvisa, e diz que o membro da agência, Gustavo Mendes, teria assumido o erro ao declarar que a Anvisa não realizou testes com a vacina russa. Também na quinta-feira (29), a Anvisa fez um pronunciamento em que voltou a culpar a falta de clareza nas informações prestadas pelos desenvolvedores da Sputnik V.

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