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Governo da Índia é questionado por tribunal sobre suposta alocação injusta de oxigênio

© AFP 2021 / Biju BoroO primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, gesticula enquanto discursa, em Sipajhar, nos arredores de Guwahati, no dia 24 de março de 2021
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, gesticula enquanto discursa, em Sipajhar, nos arredores de Guwahati, no dia 24 de março de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 29.04.2021
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O Supremo Tribunal de Deli questionou o governo do primeiro-ministro Narendra Modi, nesta quinta-feira (29), por que o estado onde fica a capital Nova Deli recebeu menos oxigênio do que o solicitado.

De acordo com o questionamento da corte, outros estados, como Madhya Pradesh e Maharashtra, teriam recebido além do necessário.

Representante do governo de Deli, o advogado Rahul Mehta disse que a exigência da capital nacional era de 700 toneladas métricas por dia de oxigênio, mas que o governo central manteve o fornecimento em uma faixa entre 480 e 490.

"Madhya Pradesh recebeu 540 toneladas de oxigênio, embora tenha solicitado 445. Maharashtra recebeu 1.661, embora sua necessidade fosse de 1.500", disse Mehta.

O tribunal informou que ainda não tirará conclusões e pediu ao governo central que responda às acusações.

© REUTERS / Amit DaveUm paciente com máscara de oxigênio é levado para dentro de um hospital COVID-19 para tratamento, em meio à disseminação da doença do coronavírus em Ahmedabad, Índia, dia 26 de abril de 2021
Governo da Índia é questionado por tribunal sobre suposta alocação injusta de oxigênio - Sputnik Brasil, 1920, 29.04.2021
Um paciente com máscara de oxigênio é levado para dentro de um hospital COVID-19 para tratamento, em meio à disseminação da doença do coronavírus em Ahmedabad, Índia, dia 26 de abril de 2021

Além disso, a corte ordenou que a polícia de Nova Deli libere cilindros de oxigênio e unidades do medicamento remdesivir apreendidos de pessoas que buscavam salvar pacientes em tratamento com COVID-19.

"A polícia não deve apreender cilindros de indivíduos, pois eles podem tê-los comprado por um preço exorbitante em uma situação de emergência", decidiu o tribunal. "Sempre que qualquer apreensão for feita, os [policiais investigadores] devem informar imediatamente [...] e também verificar a autenticidade do medicamento", acrescentou.
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