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Saída dos EUA do Afeganistão teria como meta liberar recursos para enfrentar China

© AP Photo / Alex BrandonSoldados de guarda armados na comitiva de Donald Trump, presidente dos EUA, durante visita surpresa ao Aeródromo de Bagram, Afeganistão, 28 de novembro de 2019
Soldados de guarda armados na comitiva de Donald Trump, presidente dos EUA, durante visita surpresa ao Aeródromo de Bagram, Afeganistão, 28 de novembro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 16.04.2021
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Um funcionário da administração do presidente dos EUA Joe Biden revelou que o objetivo da retirada militar norte-americana do Afeganistão é enfrentar os "desafios fundamentais" no Indo-Pacífico.

Durante uma ligação telefônica na noite de quinta-feira (15), um funcionário sênior da administração norte-americana de Joe Biden apontou o plano dos EUA de transferir suas forças militares para a região do Indo-Pacífico.

"[...] Uma das razões pelas quais o presidente e sua equipe deram os passos cuidadosos no Afeganistão é, na verdade, para liberar o tempo, a atenção e os recursos de nossa liderança sênior e de nossos militares para se concentrarem naquilo que acreditamos ser os desafios fundamentais do século XXI, e eles se encontram fundamentalmente no Indo-Pacífico", disse.

Biden sublinhou em um discurso na quarta-feira (14), em que anunciou a retirada dos EUA do Afeganistão, que isso significaria que outros países, como Paquistão, Rússia, China, Índia e Turquia deveriam "fazer mais para apoiar" Cabul, pois "todos têm um interesse significativo no futuro estável do Afeganistão".

Momentos mais tarde, em seu discurso, o presidente dos EUA reivindicou o fortalecimento das alianças e o trabalho com "parceiros com os mesmos interesses" para assegurar que "as regras das normas internacionais que governam as ameaças cibernéticas e as tecnologias emergentes que moldarão nosso futuro estejam fundamentadas em nossos valores democráticos, valores, e não nos dos autocratas".

Essas alianças provavelmente incluiriam os outros membros da coalizão quadrilateral Quad: Índia, Austrália e Japão.

Durante um discurso de quinta-feira (15) no Diálogo Multilateral Raisina em Nova Deli, Índia, Phil Davidson, almirante e chefe do Comando Indo-Pacífico dos EUA, e outros presentes destacaram desacordo com a "política de Uma Só China" de Pequim e sua aplicação a Hong Kong e Taiwan.

Essas afirmações desencadearam críticas de Wang Xiaojian, porta-voz da Embaixada da China na Índia.

"Fazer comentários sem fundamento e irresponsáveis não é aceitável. Somos firmemente contra a interferência nos assuntos internos da China por qualquer país ou qualquer pessoa sob qualquer pretexto", comentou o diplomata chinês.

"A China tem exigido a defesa dos valores de paz, desenvolvimento, equidade, justiça, democracia e liberdade. Não são estes os valores com os quais todos nós deveríamos estar comprometidos?"

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