Policial que matou jovem negro perto de Minneapolis é presa

© REUTERS / NICHOLAS PFOSIMembros da Guarda Nacional fazem vigilância enquanto pessoas se manifestam, depois que Daunte Wright, de 20 anos, foi baleado e morto no Brooklyn Center, em Minnesota, nos EUA
Membros da Guarda Nacional fazem vigilância enquanto pessoas se manifestam, depois que Daunte Wright, de 20 anos, foi baleado e morto no Brooklyn Center, em Minnesota, nos EUA - Sputnik Brasil, 1920, 14.04.2021
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A policial que matou um jovem negro perto de Minneapolis foi presa e será acusada de homicídio culposo, informou o Escritório de Assuntos Criminais dos EUA, que está supervisionando a investigação.
"Kim Potter foi levada sob custódia por volta das 11h30, horário local, e será transferida para a cadeia do condado de Hennepin por homicídio culposo [...] Ainda hoje", informou nesta quarta-feira (14) o escritório, segundo noticiou a AFP.

A policial de 48 anos abriu fogo no domingo (11), no Brooklyn Center, contra o afro-americano Daunte Wright, de 20 anos. Ela afirmou ter confundido a arma de serviço com sua arma taser elétrica. O caso gerou três noites de manifestações pontuadas por violência.

​Apesar do estabelecimento de um toque de recolher e do posicionamento de reforços significativos, uma situação tensa ainda foi vivida entre ativistas e a polícia na noite desta terça-feira (13), quando 78 pessoas foram presas.

A família de Daunte tomou conhecimento da decisão nesta quarta-feira (14), mas criticou as justificativas da policial: "Um policial com 26 anos de experiência sabe a diferença entre um taser e uma arma de fogo", declarou o advogado da família, Ben Crump, em comunicado.

"Continuaremos lutando para obter justiça para Daunte, sua família e todas as pessoas negras marginalizadas. Não vamos parar até que tenhamos conseguido reformas reais na polícia e no judiciário", finalizou Crump.
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