EUA continuarão enviando armas e instrutores militares à Ucrânia, diz Pentágono

© AP Photo / Alex BrandonSecretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, remove sua máscara ao chegar para falar durante uma coletiva de imprensa no Pentágono, em Washington
Secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, remove sua máscara ao chegar para falar durante uma coletiva de imprensa no Pentágono, em Washington - Sputnik Brasil, 1920, 14.04.2021
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O chefe do Pentágono, Lloyd Austin, declarou nesta quarta-feira (14) que os Estados Unidos pretendem continuar enviando algumas armas e instrutores militares para a Ucrânia, de acordo com as necessidades de Kiev.

Lloyd Austin participou de uma coletiva de imprensa conjunta com o secretário de Estado norte-americano, Anthony Blinken, e o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, após as conversações em Bruxelas.

"Há algum tempo fornecemos apoio material à Ucrânia. Isso inclui equipamentos não-combatentes, alguns tipos de armas, bem como uma série de instrutores militares que enviamos para ajudar a Ucrânia. Pretendemos continuar fazendo isso com base em suas necessidades", disse Austin.

A situação no leste ucraniano vem se agravando nas últimas semanas. No final de março, oficiais de segurança ucranianos disseram que quatro militares foram mortos e outros dois ficaram feridos durante um bombardeio na região de Donetsk.

© Sputnik / Yevgeny Kotenko Combatentes do batalhão Azov prestam juramento em Kiev antes de serem enviados a Donbass, julho de 2014
EUA continuarão enviando armas e instrutores militares à Ucrânia, diz Pentágono - Sputnik Brasil, 1920, 14.04.2021
Combatentes do batalhão Azov prestam juramento em Kiev antes de serem enviados a Donbass, julho de 2014

A Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) relatou o aumento significante de violações do cessar-fogo no leste da Ucrânia, enquanto os militantes de Donbass afirmam que as Forças Armadas da Ucrânia usam artilharia.

Em abril de 2014, as autoridades ucranianas lançaram uma operação militar contra as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk, que declararam independência após o golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os últimos dados da ONU, cerca de 13 mil pessoas foram vítimas do conflito.

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