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Irã inicia enriquecimento de urânio em centrífugas de nova geração e instala mais 2 cascatas

© REUTERS / Fotógrafo da ReutersVista da planta de enriquecimento de urânio de Natanz 250 km ao sul da capital iraniana Teerã (foto de arquivo)
Vista da planta de enriquecimento de urânio de Natanz 250 km ao sul da capital iraniana Teerã (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 01.04.2021
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O Irã empenhou a quarta cascata de centrífugas de nova geração para o enriquecimento de urânio nas instalações da usina de Natanz, informou a agência Reuters citando relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

"Em 31 de março de 2021, a agência verificou na fábrica de enriquecimento de combustível que: o Irã começou o suprimento de UF6 natural à quarta cascata de 174 centrífugas IR-2m", diz relatório da AIEA divulgado nesta quarta-feira (31), referindo-se à instalação subterrânea de enriquecimento de combustível e ao hexafluoreto de urânio, composto usado no enriquecimento do urânio.

Ele também nota que o Irã instalou mais duas cascatas de centrífugas IR-2m, mas não as envolveu em enriquecimento.

O acordo JCPOA foi celebrado em 2015 pelo Reino Unido, Alemanha, China, Rússia, EUA, França e Irã para o cancelamento das sanções contra a nação persa em troca da restrição do programa nuclear iraniano, mas não chegou a três anos de existência. Em 2018, a administração norte-americana de Donald Trump anunciou sua saída unilateral do JCPOA, alegando violação do acordo nuclear por parte do Irã, apesar de inspeções internacionais confirmarem o cumprimento por parte deste país, e o retorno à política de "pressão máxima" contra o Irã.

Um ano depois, o Irã anunciou a redução gradual de seus compromissos no âmbito do acordo, se recusando a restringir pesquisas nucleares, centrífugas e nível do enriquecimento de urânio. No final de 2020, entrou em vigor a lei iraniana que lançou a produção de urânio enriquecido até 20%, bem como a utilização de centrífugas mais potentes e a rejeição das investigações da AIEA, por causa das sanções impostas à nação persa.

Em 10 de março, o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, confirmou que os EUA não tencionavam cancelar as sanções ao Irã até que o país volte completamente aos compromissos do acordo. Por sua vez, o chanceler iraniano, Javad Zarif, anunciou que Teerã está pronto para voltar ao acordo após os Estados Unidos se juntarem a este e cancelarem todas as sanções.

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