Chanceler venezuelano acusa Bogotá de proteger rebeldes colombianos na fronteira com a Venezuela

© REUTERS / Manaure QuinteroJorge Arreaza, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, ao lado de uma bandeira venezuelana na sede do respectivo ministério em Caracas, Venezuela, 24 de fevereiro de 2021
Jorge Arreaza, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, ao lado de uma bandeira venezuelana na sede do respectivo ministério em Caracas, Venezuela, 24 de fevereiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 27.03.2021
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O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela acusou neste sábado (27) a Colômbia de fornecer apoio militar a rebeldes colombianos que fogem da Venezuela.

O chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, se pronunciou hoje (27) pelo Twitter.

Vejamos: a Força Armada Nacional Bolivariana enfrenta e expulsa grupos armados irregulares colombianos da Venezuela. Eles fogem para a Colômbia. Ninguém os para ou os confronta lá. Bogotá envia tropas militares ao local. Eles não os perseguem, nem os capturam. Eles mobilizam tropas para protegê-los. Alerta! Que ninguém se engane.

O Ministério da Defesa da Venezuela disse que vários combatentes de grupos armados colombianos foram mortos e vários outros foram levados sob custódia durante uma operação iniciada há uma semana no estado de Apure, perto da fronteira entre Venezuela e Colômbia.

Pelo menos dois militares venezuelanos foram mortos e outros nove ficaram feridos durante a operação.

O Ministério da Defesa da Venezuela acusou o governo colombiano e a CIA, a agência de inteligência norte-americana, de patrocinar os grupos armados que operam nas áreas de fronteira.

© AP Photo / Jose Luis MaganaIván Duque, presidente da Colômbia durante sua visita à OEA
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Iván Duque, presidente da Colômbia durante sua visita à OEA

Na última quinta-feira (25), a Venezuela disse que retaliará os ataques armados realizados contra uma de suas alfândegas por grupos irregulares colombianos.

No dia 20 de março, Iván Duque, presidente da Colômbia, chamou o presidente venezuelano Nicolás Maduro de "assassino". Caracas não demorou a rebater: no mesmo dia, disse que Duque se comportou da mesma maneira que o presidente dos EUA, Joe Biden, ao ofender o presidente russo Vladimir Putin.

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