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Bolívia acusa OEA de criarem falso discurso de fraude sobre eleições gerais de 2019

© AP Photo / Jacquelyn Martin / Abrir o banco de imagensLuis Almagro, secretário-geral da OEA
Luis Almagro, secretário-geral da OEA - Sputnik Brasil, 1920, 22.03.2021
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O ministro da Justiça boliviano, Iván Lima, afirmou que o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, e um grupo de políticos opositores do ex-presidente Evo Morales foram encargados de consolidar o discurso de fraude eleitoral em outubro de 2019.

"Como sabemos, os 10% de diferença entre Evo Morales e Carlos Mesa surgiram no final do dia, e Evo Morales tinha 10% de diferença e tinha superado 40% de votação e, por isso mesmo, era o presidente eleito do país, nem Almagro nem a oposição boliviana gostaram nada disso", ressaltou neste domingo (21) o ministro à rádio Kawsachun Coca, citado pelo canal boliviano ATB.

Lima assegurou que o secretário-geral da OEA acelerou o processo de convulsão na Bolívia ao entregar em 10 de novembro de 2019 um informe preliminar que indicava que existiram irregularidades no processo eleitoral, o que provocou mobilizações e ataques carregados de difamação, racismo e discriminação nas ruas do país.

Segundo o ministro da Justiça, "estava claro que Almagro e a OEA tinham um papel nesta construção do golpe do Estado, era preciso dar um discurso moral à oposição boliviana porque não se pode dizer: 'eu, com 4% dos votos, vou ser presidente deste país e vou ficar quanto quiser', porque deve se recordar que eles não pensavam fazer eleições em 18 de outubro e não pensavam ficar um ano, pensavam ficar mais uns anos e até terminar a pandemia", revelou.

A autoridade mencionou que a fraude eleitoral denunciada pelos opositores não foi demonstrada durante este tempo, nem nos 10 meses do governo de fato de Jeanine Áñez.

Após as eleições gerais bolivianas de 20 de outubro de 2019, ocorreram protestos civis durante três semanas, até que em 10 de novembro o comandante das Forças Armadas da Bolívia, Williams Kaliman, sugeriu que Morales renunciasse seu mandato presidencial.

O então chefe de Estado fez isso e, em 11 de novembro, a ex-senadora Jeanine Áñez assumiu a presidência, o que provocou outra onda de manifestações sociais contra o novo governo.

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