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Irã critica UE por lhe pedir para 'agir com responsabilidade' e ignorar armas nucleares de Israel

© AP Photo / Vahid SalemiMohammad Javad Zarif, ministro das Relações Exteriores do Irã, discursa em coletiva de imprensa em Teerã, Irã, 23 de fevereiro de 2021
Mohammad Javad Zarif, ministro das Relações Exteriores do Irã, discursa em coletiva de imprensa em Teerã, Irã, 23 de fevereiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 20.03.2021
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Na quinta-feira (18), Emmanuel Macron, presidente da França, pediu ao Irã para "agir com responsabilidade" e voltar a cumprir o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA).

Mohammad Javad Zarif, ministro das Relações Exteriores do Irã, atacou no Twitter os signatários europeus do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês), o Reino Unido, França e Alemanha, coletivamente conhecidos como E3, por se preocuparem com as atividades nucleares do Irã e ignorarem ao mesmo tempo um possível arsenal nuclear de Israel.

E3 exorta o Irã a "agir com responsabilidade" para apaziguar um regime terrorista com bombas nucleares ilícitas.

Prova da verdade: o JCPOA está vivo SOMENTE por causa da conduta responsável do Irã.

Em vez de coordenar com o inimigo nº 1 do JCPOA, a UE/E3 e os EUA devem agir com responsabilidade e cumprir a Resolução 2231 do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O diplomata se referia a uma resolução de 2015, que endossa o acordo nuclear.

Emmanuel Macron, presidente francês, censurou na quinta-feira (18) o Irã, instando a "parar de exacerbar a espinhosa situação nuclear com múltiplas violações" do JCPOA e pedindo ao país persa para "agir com responsabilidade".

Israel não confirma nem nega a posse de armas nucleares. As estimativas sobre o tamanho de seu arsenal nuclear variam de 80 a 400 ogivas.

Apesar de concordar em assinar a JCPOA em troca do alívio das sanções em 2015, o Irã sempre defendeu que não tem intenção de obter armas nucleares ou armas de destruição em massa de qualquer tipo, e pediu repetidamente aos EUA e seus aliados que abandonassem tais armas.

Em 2018 os EUA, sob a administração Trump, abandonaram o acordo nuclear e reimpuseram sanções a Teerã, levando o país a deixar gradualmente suas obrigações sob o JCPOA.

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