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Vacina da AstraZeneca consegue neutralizar cepa brasileira do SARS-CoV-2, diz estudo

© Folhapress / Kevin David/A7 PressFrasco da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a COVID-19 com a logo da empresa ao fundo
Frasco da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a COVID-19 com a logo da empresa ao fundo - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2021
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Um novo estudo indicou que o imunizante contra a COVID-19 produzido pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford é capaz de neutralizar a variante brasileira do coronavírus, a P.1.

A pesquisa encontrou os mesmos resultados positivos para a vacina da Pfizer. A análise preliminar foi feita in vitro e ainda precisa passar pela revisão de outros cientistas. O estudo foi publicado na segunda-feira (15).

De acordo com os cientistas, o efeito das vacinas tiveram uma pequena perda de neutralização sobre a variante do Amazonas na comparação com as cepas mais comuns. Mesmo assim, a eficácia não ficou comprometida.

Segundo eles, a situação é similar à observada para a cepa britânica, a B.1.1.7.

© AFP 2021 / OLI SCARFFFrascos da vacina AstraZeneca / Oxford contra a COVID-19 são preparados no centro de vacinação instalado na Igreja de São Columba, em Sheffield, norte da Inglaterra, em 20 de fevereiro de 2021
Vacina da AstraZeneca consegue neutralizar cepa brasileira do SARS-CoV-2, diz estudo - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2021
Frascos da vacina AstraZeneca / Oxford contra a COVID-19 são preparados no centro de vacinação instalado na Igreja de São Columba, em Sheffield, norte da Inglaterra, em 20 de fevereiro de 2021

O estudo foi realizado por pesquisadores de Oxford e da Fiocruz Amazônia e coletou amostras de soro de 25 pessoas que receberam a vacina de Oxford/AstraZeneca e de outras 25 que receberam o imunizante da Pfizer.

Embora o estudo só observe o desempenho do vírus in vitro, os resultados são animadores, segundo os cientistas. Isso porque as análises com humanos no Reino Unido já comprovaram que a pequena perda no nível de anticorpos não prejudicou a eficácia da vacina.

"Essas duas cepas se comportam de maneira muito semelhante. No caso da variante britânica, a eficácia caiu pouco, de 80% para 75%. Temos que esperar os estudos de efetividade aqui, mas acreditamos que vá ser um índice parecido para a P.1. É um resultado muito positivo", diz Sue Ann Costa Clemens, coordenadora dos centros de pesquisa da vacina de Oxford no Brasil e uma das autoras do estudo.
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