Após acusações de interferência nas eleições, Casa Branca diz que 'russos pagarão' (VÍDEO)

© Sputnik / Aleksei DruzhininO então premiê da Rússia, Vladimir Putin, e o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, se encontram em Moscou (foto de arquivo)
O então premiê da Rússia, Vladimir Putin, e o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, se encontram em Moscou (foto de arquivo)  - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2021
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Em uma entrevista coletiva, a Casa Branca disse nesta quarta-feira (17) que as relações com a Rússia serão muito diferentes do que foram durante o governo de Trump.

O pronunciamento acontece após a divulgação de um relatório da inteligência dos EUA e um aumento das tensões entre os dois países.

O documento sustenta que não viu nenhuma tentativa da Rússia de interferir na infraestrutura do pleito presidencial de 2020, mas alega que Moscou tentou minar a candidatura de Joe Biden frente ao público norte-americano.

As informações são do Conselho Nacional de Inteligência (NIC, na sigla em inglês) dos EUA, divulgadas na terça-feira (16). O documento afirma que organizações do governo russo travaram uma guerra de desinformação contra Joe Biden durante a campanha presidencial. 

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, comentando este relatório, disse hoje (17) que o governo democrata do presidente Joe Biden está adotando uma abordagem diferente, quando comparada ao governo de Donald Trump, para as relações com a Rússia.  

Ainda segundo Psaki, os russos "pagarão o preço como o presidente comunicou ontem [16] à noite", devido às alegadas interferências nas eleições.

Os diplomatas da Rússia em Washington sustentam que as acusações dos EUA são infundadas. Eles destacaram que esta nova acusação de Washington não contribui para a normalização das relações bilaterais.

© AFP 2022 / Paul J. RichardsJen Psaki, secretária de imprensa da Casa Branca
Após acusações de interferência nas eleições, Casa Branca diz que 'russos pagarão' (VÍDEO) - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2021
Jen Psaki, secretária de imprensa da Casa Branca

Vale lembrar que Estados Unidos acusaram Rússia em 2016 de intervenção nas eleições presidenciais, o que Moscou negou. Baseando-se em um relatório não confirmado sobre os laços entre Trump e a Rússia, as agências de inteligência norte-americanas vigiaram os funcionários de campanha de Trump.

Posteriormente, o "caso russo" foi investigado pelo procurador Robert Mueller, que não encontrou provas de uma "conspiração de Trump com a Rússia".

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