Cadastro bem-sucedido!
Por favor, siga o link da mensagem enviada para

MI5 britânico teria sido liberado a cometer crimes para atingir metas de inteligência

© AP Photo / Matt DunhamEdifício do serviço de inteligência MI6 em Londres, Reino Unido, 5 de março de 2015
Edifício do serviço de inteligência MI6 em Londres, Reino Unido, 5 de março de 2015 - Sputnik Brasil, 1920, 11.03.2021
Nos siga no
O serviço de inteligência britânico MI5 pode autorizar seus agentes a cometer crimes sérios para atingir objetivos de inteligência, escreve o The Daily Telegraph, se referindo à decisão do Tribunal de Apelação.

Nota-se que não há limites para gravidade dos crimes. Por isso, algumas organizações de direitos humanos estão muito preocupadas que os funcionários do MI5 sejam permitidos a exercer torturas e ainda homicídios.

A mídia escreve que quatro organizações de direitos humanos processaram a política antes secreta utilizada "pelo menos desde anos 1990". No entanto, nesta terça-feira (9), o tribunal decidiu que esta prática não coloca o serviço de inteligência "fora da lei" a fim de "proteger segurança nacional".

Em resposta, os críticos desta política afirmam que ela dá às agências de inteligência "uma licença para matar". No entanto, nota o The Daily Telegraph, o MI5 recusou detalhar o nível de gravidade de crimes permitido por esta decisão.

De acordo com palavras do advogado Ben Jaffey, "não há nada nas diretrizes que proíba o Serviço de Segurança de autorizar homicídios, tortura, tratamento desumano e degradante, nem limitação de liberdade". Por sua vez, o tribunal confirmou que os funcionários de inteligência são limitados pela necessidade de suas ações, tanto como o interesse público ou correspondência com circunstâncias.

Entretanto, os representantes das organizações de direitos humanos anunciaram suas intenções de apelar da decisão judicial. "A ideia de que o governo pode autorizar agentes infiltrados a cometer os crimes mais graves, incluindo tortura e assassinato, é profundamente preocupante e deve ser desafiada", citou a mídia as palavras da diretora da organização Reprieve, Maya Foa.

Feed de notícias
0
Antigas primeiroRecentes primeiro
loader
AO VIVO
Заголовок открываемого материала
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала