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Doria admite novo cenário eleitoral com Lula e pede união de outras forças

© Folhapress / Antonio Molina /FotoarenaO governador de São Paulo, João Doria (PSDB), durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes. - Sputnik Brasil, 1920, 09.03.2021
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O governador de São Paulo, que já demonstrou que pretende concorrer às eleições presidenciais em 2022, acredita que polarização favorece Lula e Bolsonaro.

O governador de São Paulo, João Doria, admitiu, nesta terça-feira (9), que o cenário eleitoral para 2022 passa a ter nova configuração após a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de anular todas as condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato.

Fachin determinou que a 13ª Vara Federal de Curitiba, cujo titular era o ex-juiz federal Sergio Moro, não tinha competência para julgar as investigações contra o ex-presidente e enviou todos os processos para Brasília. Com isso, Lula recuperou seus direitos políticos e volta a ser elegível.

"A medida do Supremo traz um impacto muito grande no mundo da política, mas é preciso saber se o presidente Lula tem disposição. Se ele confirmar que será candidato em 2022, então o cenário político para a sucessão presidencial muda", disse Doria em entrevista ao Estadão.
© REUTERS / Amanda PerobelliEx-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, vota durante eleições municipais em São Bernardo do Campo (SP), 15 de novembro de 2020 (foto de arquivo)
Doria admite novo cenário eleitoral com Lula e pede união de outras forças - Sputnik Brasil, 1920, 09.03.2021
Ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, vota durante eleições municipais em São Bernardo do Campo (SP), 15 de novembro de 2020 (foto de arquivo)

Para o tucano, apesar do potencial de votos do atual presidente Jair Bolsonaro e de Lula, que governou o Brasil de 2003 a 2010, outros candidatos continuarão com chances de se eleger se "tiverem juízo".

O governador, que já demonstrou diversas vezes o desejo de concorrer ao cargo máximo da República em 2022, acredita que outras forças precisarão ter "capacidade de dialogar, formular um programa econômico e social para o Brasil e escolher um candidato que seja competitivo para disputar a eleição".

O tucano afirmou ainda que a polarização entre Lula e Bolsonaro "favorece os extremistas que destroem o País".

"Já destruíram uma vez e estão completando o serviço com Bolsonaro. Portanto vejo como um impacto positivo para o centro democrático estar unido na defesa de um programa de governo que salve o Brasil dos extremistas", declarou.

O governador paulista não descarta ainda a possibilidade de o PSDB apoiar outro nome na disputa presidencial do ano que vem.

"Nada deve ser excluído. Uma aliança pelo Brasil não pode estabelecer prerrogativas de nomes", disse.
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