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Banco do BRICS libera mais de R$ 6 bilhões à China para recuperação da economia pós-pandemia

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Bandeiras dos BRICS  - Sputnik Brasil, 1920, 02.03.2021
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Em fevereiro, o Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS anunciou o financiamento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões) em apoio às ações do governo brasileiro no combate à COVID-19.

A diretoria do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês) do BRICS, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, concordou em conceder um empréstimo de 7 bilhões de yuans (aproximadamente R$ 6,1 bilhões) para a recuperação da economia chinesa, muito afetada pela pandemia do novo coronavírus.

"[O empréstimo] visa apoiar as prioridades da China para os esforços de recuperação econômica em resposta à COVID-19, incluindo (i) apoiar a restauração das atividades de produção em setores-chave afetados adversamente pela pandemia de COVID-19; e (ii) apoiar as medidas para reforçar e sustentar as conquistas da recuperação econômica inicial", lê-se no comunicado do NDB.

O financiamento vai contribuir também para a recuperação industrial e criação de empregos no país e para o desenvolvimento sustentável de longo prazo da economia chinesa, garante o NDB.

© Foto / VEB.RFPresidente do Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como Banco do BRICS, Marcos Troyjo, discursa durante encontro promovido pela presidência da Rússia do bloco, 16 de novembro de 2020
Banco do BRICS libera mais de R$ 6 bilhões à China para recuperação da economia pós-pandemia - Sputnik Brasil, 1920, 02.03.2021
Presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como Banco do BRICS, Marcos Troyjo, discursa durante encontro promovido pela presidência da Rússia do bloco, 16 de novembro de 2020

Este é o segundo empréstimo emergencial concedido à China pelo banco dos BRICS. Em 2020, o NDB tinha destinado outra remessa de 7 bilhões de yuans ao país asiático para ajudá-lo a superar as consequências da pandemia. O órgão explica que o financiamento será implementado por meio do Banco de Exportação e Importação da China (EximBank) e o Banco de Desenvolvimento Agrícola da China (ADBC, na sigla em inglês).

"Os dois bancos fornecerão financiamento para projetos nos setores diretamente atingidos pela pandemia do SARS-CoV-2, como comércio, logística, agricultura, saúde, setores de infraestrutura de mão de obra intensiva, bem como infraestrutura inovadora e de alta tecnologia promovida por governo chinês para sustentar a recuperação e apoiar o desenvolvimento sustentável", explica o NDB.

Em 9 de fevereiro, o NDB anunciou o financiamento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões) em apoio às ações do governo brasileiro no combate à COVID-19. A iniciativa faz parte de um programa de US$ 10 bilhões (R$ 56,4 bilhões) da instituição para a luta contra a pandemia do novo coronavírus. O Brasil vai receber ao todo US$ 2 bilhões (R$ 11,2 bilhões).

O grupo BRICS tomou a decisão de criar o NDB em sua cúpula em Durban, na África do Sul, em 2013. Em 2014, na cúpula realizada em Fortaleza, Brasil, foi assinado o acordo de criação do banco, que começou a funcionar em 2015 com a reunião inaugural de sua diretoria em Moscou, Rússia.

A principal tarefa do banco é financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países do grupo e em países não industrializados.

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