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Apesar de indignação de usuários, WhatsApp não abre mão da nova política de privacidade

© REUTERS / Dado RuvicLogotipo do WhatsApp impresso em 3D em uma placa-mãe de computador em 21 de janeiro de 2021
Logotipo do WhatsApp impresso em 3D em uma placa-mãe de computador em 21 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 19.02.2021
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Apesar de adiar a introdução das novas regras de privacidade para maio devido à reação dos usuários, o WhatsApp, pertencente ao Facebook, revelou que não mudará sua decisão.

O WhatsApp anunciou em um blog na quinta-feira (18) que avançará com sua nova política de privacidade.

O aplicativo de conversa disse que começará a lembrar aos usuários para rever e aceitar atualizações para continuar usando-o.

"Também incluímos mais informações para tentar resolver as preocupações que estamos ouvindo", acrescentou o comunicado, em provável referência ao fato de ter adiado a decisão de implementar as alterações até maio.

Em 6 janeiro, a empresa pertencente ao Facebook revelou que a partir de 8 de fevereiro alteraria as regras de privacidade de forma a compartilhar dados pessoais de usuários com a rede social de Mark Zuckerberg, citando poder aproveitar suas infraestruturas existentes, embora isso não afetasse em teoria usuários da União Europeia e Reino Unido, regidos por regras de privacidade estritas.

No entanto, dezenas de milhões de usuários, incluindo Jair Bolsonaro, Recep Tayyip Erdogan, Benjamin Netanyahu, Emmanuel Macron, presidentes do Brasil, Turquia, Israel, França, respectivamente, bem como outros líderes, responderam com o maior êxodo digital da história, fazendo com que os aplicativos de conversa Telegram e Signal deslanchassem no número de downloads.

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