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Há chances de Rússia e EUA reduzirem seus arsenais estratégicos? Ex-diplomata avalia possibilidades

© Sputnik / Vitaly Ankov / Abrir o banco de imagensO sistema de mísseis balísticos Iskander-M exposto no fórum militar EXÉRCITO 2017
O sistema de mísseis balísticos Iskander-M exposto no fórum militar EXÉRCITO 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 17.02.2021
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A extensão do tratado Novo START entre a Rússia e os EUA e conversações futuras dão aos lados a possibilidade de redução de um terço dos arsenais estratégicos, bem como inclusão de armas nucleares hipersônicas e não estratégicas, disse ex-diplomata dos EUA, Howard Stoffer.

Entre 1980 e 2005, Stoffer ocupou vários cargos no Departamento de Estado dos Estados Unidos, vindo posteriormente a trabalhar no Conselho de Segurança da ONU por anos.

"Acho ser possível continuar as tentativas de buscar caminhos para tornar o tratado [Novo START] mais amplo no futuro. Penso que os procedimentos de verificação provavelmente não devem ser mudados radicalmente, mas serão necessários para os passos seguintes, possivelmente, para estudo da possibilidade de redução de um terço [do armamento]", disse o especialista.

Segundo Stoffer, os lados já discutiram a probabilidade de redução armamentista.

"Acredito que os pontos seguintes que devem ser discutidos vão incluir mísseis antibalísticos de ataque", detalhou o ex-diplomata.

Além disso, o especialista considera ser necessário estudar a abordagem às armas nucleares não estratégicas, não limitadas pelo tratado Novo START, bem como discutir o controle de armas hipersônicas.

"Acredito que armas hipersônicas devem ser incluídas [em conversações futuras]. Tais armas só fazem reduzir o tempo de aviso", explicou Stoffer.

Além do mais, de acordo com ex-oficial, os Estados Unidos cometeram erro ao sair do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (Tratado INF), que necessitou de muito esforço para ser implementado.

"Há acusações do lado norte-americano de que a Rússia violava o acordo [...], mas deve existir um jeito de banir estes armamentos e reiniciar a execução do tratado", considera Stoffer. No passado, a Rússia negou todas as acusações dos Estados Unidos sobre violações do Tratado INF.

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