Vacina contra vírus da zika é promissora nas fases iniciais de testes clínicos

CC BY 2.0 / frankieleon / Mosquito
Mosquito - Sputnik Brasil, 1920, 16.02.2021
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Vacina contra o vírus da zika mostrou reposta imune satisfatória no estágio inicial dos testes clínicos. Atualmente, não há tratamentos ou terapias preventivas contra o vírus.

Como os mosquitos da zika se expandem geograficamente, os pesquisadores da empresa Janssen, da Bélgica, e do Centro Médico Diaconisa Beth Israel (BIDMC, na sigla em inglês), dos EUA, deram a 100 voluntários saudáveis sua vacina candidata ou injeções de placebo.

Os resultados sugerem que duas doses da vacina provocaram uma resposta imune que persistiu por até um ano em pelo menos 80% dos voluntários, segundo o estudo publicado na revista científica Annals of Internal Medicine.

O surto do vírus da zika no Brasil nos anos 2015 e 2016, foi um dos seis acidentes médicos declarados na Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional (PHEIC, na sigla em inglês) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo o coronavírus o último deles.

A redução do risco de infecção por zika se concentra em evitar mosquitos, pois não há tratamentos ou terapias preventivas.

O vírus da zika foi registrado em 86 países. Disseminada por mosquitos, a zika geralmente não causa sintomas, no entanto, alguns infectados sofrem de febre leve durante vários dias, dor de cabeça e dor muscular.

Quando o vírus é obtido durante a gravidez, causa a uma série de complicações ao bebê, incluindo a chance de desenvolver microcefalia. Isto ocorre quando o cérebro se desenvolve anormalmente ou há uma perda de tecido no órgão vital, variando o desfecho de acordo com a extensão do dano.

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