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Em meio ao impeachment, relatório da OSCE reafirma que não houve fraude nas eleições dos EUA

© AFP 2021 / Eric Thayer/Getty ImagesPresidente dos EUA Donald Trump e primeira-dama Melania Trump deixam a Casa Branca, Washington, EUA, 20 de janeiro de 2021
Presidente dos EUA Donald Trump e primeira-dama Melania Trump deixam a Casa Branca, Washington, EUA, 20 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.02.2021
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O braço eleitoral da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) divulgou seu relatório final sobre a eleição presidencial dos Estados Unidos, concluindo que não houve fraude.

O relatório também sustenta que a retórica de Donald Trump, assim como sua recusa em aceitar a derrota, minaram as instituições democráticas, escreve o The Guardian.

A OSCE advertiu que os EUA têm problemas de longo prazo em fornecer direitos de voto iguais para todos. O relatório observa que a infraestrutura de votação nos Estados Unidos sofre de falta de fundos crônicos, e os US$ 400 milhões (cerca de R$ 2,1 bilhões) extras desembolsados ​​para lidar com o desafio foram insuficientes.

© AFP 2021 / JOHN MACDOUGALLOrganização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE)
Em meio ao impeachment, relatório da OSCE reafirma que não houve fraude nas eleições dos EUA - Sputnik Brasil, 1920, 09.02.2021
Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE)
Cerca de 100 milhões de americanos, 64% de todos os eleitores de 2020, anteciparam seu voto. Apesar do fato sem precedentes, o relatório concluiu que o "número e a escala de casos comprovados de fraude associados a votos ausentes foram insignificantes".

Um dos principais problemas com a eleição e suas consequências, de acordo com as conclusões, foi o presidente em exercício. "Em muitas ocasiões, o presidente Trump criou a impressão de se recusar a se comprometer com uma transferência pacífica do poder, alegando que o processo eleitoral foi sistematicamente fraudado", disse o relatório.

"Essas declarações de um presidente em exercício enfraquecem a confiança do público nas instituições do Estado e foram percebidas por muitos como um aumento do potencial de violência com motivação política após as eleições", sustenta o documento.

O relatório ODIHR não teve uma visão explícita sobre o papel de Trump no incitamento do motim no Capitólio, em 6 de janeiro.

Mas observou que em seu comício imediatamente anterior, Trump "persistiu em suas acusações de que a eleição havia sido roubada, exortando seus partidários a pressionar os representantes a anular a contagem dos votos do colégio eleitoral".

© REUTERS / Jim BourgDonald Trump, ex-presidente dos EUA, no final de um discurso durante comício em Washington, EUA, em 6 de janeiro de 2021
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Donald Trump, ex-presidente dos EUA, no final de um discurso durante comício em Washington, EUA, em 6 de janeiro de 2021

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