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EUA reafirmam seu apoio ao venezuelano Guaidó enquanto não querem negociações com 'ditador' Maduro

© EDUARDO MUNOZPresidente da Venezuela, Nicolas Maduro, cumprimenta delegados após discursar na 73ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas na sede da ONU, em Nova York
Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, cumprimenta delegados após discursar na 73ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas na sede da ONU, em Nova York - Sputnik Brasil, 1920, 04.02.2021
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A administração de Joe Biden reafirmou o reconhecimento por parte dos Estados Unidos do opositor, Juan Guaidó, como o presidente legítimo da Venezuela e excluiu negociações com o presidente Nicolás Maduro, chamando-o de "ditador" e apelando para eleições livres e justas.

Na quarta-feira (3), o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, discursando sobre a política dos EUA na Venezuela, disse que os EUA teriam como principal ação "visar funcionários do regime e seus amigos envolvidos na corrupção e violações dos direitos humanos", de acordo com a agência Reuters.

Price afirmou que a nova administração de Biden colaboraria mais com aliados e parceiros para atingir o progresso na democracia venezuelana.

"Nicolás Maduro é ditador", disse o porta-voz. "O objetivo primordial da administração Biden-Harris é apoiar a transição democrática e pacífica na Venezuela, através de eleições presidenciais e parlamentares livres e justas."

No entanto, ele não solicitou explicitamente a saída ou remoção do líder socialista Maduro, em contraste ao governo do ex-presidente Donald Trump que deixava isso bem claro.

Price informou que as negociações com Maduro (que Trump também rejeitou) estão fora de questão no momento.

"Estou falando da política atual... Certamente não esperamos qualquer contato com Maduro tão cedo", disse o porta-voz.

Os Estados Unidos continuam reconhecendo Guaidó como presidente interino, segundo o porta-voz do Departamento de Estado.

Dezenas de países apoiaram Guaidó depois da reeleição de Maduro em 2018, eleição essa que os governos ocidentais acreditam ter sido uma fraude.

No entanto, na semana passada, estados da União Europeia afirmaram que embora considerem Guaidó um "interlocutor privilegiado", não mais o consideram presidente interino da Venezuela, após ter perdido seu cargo de chefe do Parlamento nas eleições legislativas de dezembro.

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