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Notícias do Brasil
Notícias sobre política, economia e sociedade do Brasil. Entrevistas e análises de especialistas sobre assuntos que importam ao país.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quarta-feira, 27 de janeiro

© AP Photo / Eraldo PeresManifestante pinta mãos de vermelho durante ato a favor do impeachment do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, Brasília, 24 de janeiro de 2021
Manifestante pinta mãos de vermelho durante ato a favor do impeachment do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, Brasília, 24 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil
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Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha os destaques desta quarta-feira (27), marcada por mais um pedido de impeachment de Bolsonaro, pelo atraso mundial no fornecimento de vacinas e pela prorrogação de acordo de controle de armas nucleares entre EUA e Rússia.

São Paulo confirma casos de nova variante de COVID-19

Nesta terça-feira (26), a Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou três casos de infecção com a nova variante do coronavírus que circula em Manaus. São Paulo é o primeiro estado a confirmar a presença da variante, que tem alta taxa de transmissão. Além disso, o governo federal autorizou a compra de 33 milhões de doses de vacinas contra COVID-19 por empresas privadas. No entanto, as farmacêuticas AstraZeneca e Pfizer descartaram a possibilidade de comercialização da vacina, reforçando a intenção de negociar o fornecimento de imunizantes com o governo brasileiro. O Brasil confirmou mais 1.206 mortes e 63.626 casos de COVID-19, totalizando 218.918 óbitos e 8.936.590 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

© REUTERS / Ricardo MoraesAgente da Saúde segura ampola da vacina contra COVID-19 desenvolvida pela Oxford/AstraZeneca, no Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2021
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Agente da Saúde segura ampola da vacina contra COVID-19 desenvolvida pela Oxford/AstraZeneca, no Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2021

Líderes religiosos pedem impeachment de Bolsonaro

Nesta terça-feira (26), líderes religiosos apresentaram à Câmara dos Deputados pedido de impeachment do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. O documento foi assinado por 380 líderes religiosos de igrejas cristãs, como a católica, presbiteriana, batista, metodista, luteranas, entre outras. Os líderes alegam que Bolsonaro foi negligente no trato da pandemia de COVID-19 e durante o colapso do sistema de saúde do estado do Amazonas. O "sufoco" do estado do Amazonas é o "sufoco de todo o país", versa o documento. Mais de 61 pedidos de impeachment do presidente já foram protocolados na Câmara dos Deputados. A decisão sobre abertura do processo cabe ao presidente da casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cujo mandato termina na semana que vem.

© REUTERS / Ueslei MarcelinoRaios iluminam o céu da capital do Brasil, Brasília, durante tempestade, 26 de janeiro de 2021
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Raios iluminam o céu da capital do Brasil, Brasília, durante tempestade, 26 de janeiro de 2021

Biden diz que EUA terá vacinas para 'a maioria dos norte-americanos' no fim do 1º semestre

Nesta terça-feira (26), o presidente dos EUA, Joe Biden, disse que os EUA vão adquirir mais 200 milhões de doses de vacinas contra a COVID-19, para inocular a maioria dos norte-americanos até o fim do primeiro semestre. "Os casos continuam aumentando", disse Biden em conferência de imprensa na Casa Branca. "Nós não entramos essa bagunça do dia para a noite. Vão demorar meses para a gente virar esse jogo." O presidente pediu U$1,9 trilhão (cerca de R$ 10 trilhões) ao Congresso para financiar a campanha de vacinação. No entanto, parlamentares republicanos receberam o pedido com ceticismo, dizendo que o documento inclui medidas não relacionadas diretamente ao combate à pandemia.

© REUTERS / Callaghan O'HarePessoas em luto durante enterro de parente, falecido em função da COVID-19, em San Felipe, Texas, EUA, 26 de janeiro de 2021
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Pessoas em luto durante enterro de parente, falecido em função da COVID-19, em San Felipe, Texas, EUA, 26 de janeiro de 2021

Mais de 85 países não terão acesso a vacinas antes de 2023, aponta estudo

Mais de 85 países pobres não terão acesso a vacinas contra COVID-19 antes de 2023, apontou estudo da Economist Intelligence Unit, nesta quarta-feira (27). O documento aponta que iniciativas para garantir a distribuição de imunizantes, como a COVAX, coordenada pela Organização Mundial da Saúde, encontrarão dificuldades em função do atraso no fornecimento de vacinas para os países desenvolvidos. Países europeus pediram para que empresas farmacêuticas honrem contratos e forneçam vacinas dentro do cronograma. A COVAX, por sua vez, havia garantido o fornecimento de 1.8 bilhão de doses para 92 países em desenvolvimento em 2021, o que seria suficiente para imunizar 27% de suas populações.

© REUTERS / Lim Huey TengAgentes da Saúde recebem flores com cartão escrito "Obrigada, trabalhadores da linha de frente. Força!", em Petaling Jaya, Malásia, 25 de janeiro de 2021
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Agentes da Saúde recebem flores com cartão escrito "Obrigada, trabalhadores da linha de frente. Força!", em Petaling Jaya, Malásia, 25 de janeiro de 2021

Comemorações do 76º aniversário da libertação de Auschwitz será realizada on-line

Nesta quarta-feira (27), o mundo celebra os 76 anos da libertação dos prisioneiros de campos de concentração e extermínio nazista de Auschwitz-Birkenau. Sobreviventes do holocausto e líderes políticos devem marcar a data virtualmente, em função da pandemia de COVID-19. Neste ano, as celebrações serão focadas nas crianças e adolescentes que pereceram nos campos. Cerca de 230 mil crianças foram enviadas para Auschwitz durante o jugo nazista. Cerca de 700 foram libertadas em 27 de janeiro de 1945 pelo Exército da União Soviética.

© Sputnik / Aleksey VitvitsySobrevivente do campo de concentração e extermínio Auschwitz-Birkenau durante homenagem na Polônia, 27 de janeiro de 2021
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Sobrevivente do campo de concentração e extermínio Auschwitz-Birkenau durante homenagem na Polônia, 27 de janeiro de 2021

Rússia e EUA acordam a prorrogação de acordo de controle de armas nucleares por 5 anos

Nesta quarta-feira (27), Rússia e EUA acordaram a prorrogação do acordo de controle de armas nucleares estratégicas Novo START, por um período de cinco anos, até 5 de fevereiro de 2026. O acordo teria sido selado na terça-feira (26), durante conversa telefônica entre o presidente dos EUA Joe Biden e seu homólogo russo, Vladimir Putin. De acordo com o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, o acordo atende às "condições" de Moscou. "Cinco anos, sem condicionalidades, sem anexos ou emendas", disse Ryabkov. "Essa foi uma decisão mutuamente benéfica […] agora temos que lançar negociações bilaterais detalhadas sobre um amplo espectro de assuntos relacionados à estabilidade estratégica", revelou o vice-primeiro-ministro. O acordo Novo START é o último acordo entre Rússia e EUA de controle de armas nucleares em vigor no mundo.

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