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Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quarta-feira, 20 de janeiro

© REUTERS / Tom Brenner Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, chora durante cerimônia em New Castle, Delaware, EUA, 19 de janeiro de 2021
Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, chora durante cerimônia em New Castle, Delaware, EUA, 19 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil
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Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha os destaques desta quarta-feira (20), na qual Biden assume a presidência dos EUA, Donald Trump perdoa Steve Bannon e Brasil fica de fora da lista de países a receber vacinas contra COVID-19 produzidas na Índia.

Vacinas da Fiocruz só serão entregues em março

Nesta terça-feira (19), ofício da Fiocruz encaminhado ao Ministério Público Federal informa que vacinas produzidas pela fundação e desenvolvidas pela Oxford/AstraZeneca só serão entregues em março. A importação de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) proveniente da China, essencial para a produção dos imunizantes, estaria pendente. De acordo com o portal UOL, o Itamaraty estaria fazendo tratativas em Pequim para acelerar a importação de IFA. As relações com a China estariam desgastadas por declarações de autoridades brasileiras sobre a suposta culpa de Pequim pela pandemia da COVID-19. O Brasil confirmou mais 1.183 mortes e 63.504 casos de COVID-19, totalizando 211.511 óbitos e 8.575.742 diagnósticos da doença, informou consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

© AFP 2022 / Tarso Sarraf Agente da Saúde quilombola, de 70 anos, é inoculada com CoronaVac em Cachoeira do Piriá (PA), 19 de janeiro de 2021
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Agente da Saúde quilombola, de 70 anos, é inoculada com CoronaVac em Cachoeira do Piriá (PA), 19 de janeiro de 2021

Biden assume a presidência de EUA polarizado e assolado pela pandemia

Nesta quarta-feira (20), o democrata Joe Biden se tornará o 46º presidente dos EUA, em meio à grave pandemia e crise política no país. Aos 78 anos, Biden será o presidente mais idoso da história do país. Sua vice, Kamala Harris, será a primeira mulher negra a ocupar o cargo. A cerimônia de posse será celebrada em escala reduzida, em função da COVID-19, e com esquema de segurança reforçado. O atual presidente dos EUA, Donald Trump, não deve comparecer à cerimônia de posse do seu rival. Nos seus primeiros dias no cargo, Biden deve aprovar reforma imigratória, retomar os compromissos dos EUA no âmbito dos Acordos de Paris sobre o clima e manter política assertiva em relação à China, adiantou Avril Haines, a escolhida de Biden para a chefia da Direção Nacional de Inteligência dos EUA (DNI).

© REUTERS / Eduardo MunozApoiador do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, anda de skate em Washington, EUA, 19 de janeiro de 2021
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Apoiador do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, anda de skate em Washington, EUA, 19 de janeiro de 2021

Trump perdoa e comuta pena de 143 pessoas, inclusive Steve Bannon

Nesta quarta-feira (20), a Casa Branca divulgou lista de pessoas agraciadas com o perdão presidencial ou comutação de pena, no último dia de Donald Trump na presidência dos EUA. Dentre os agraciados está Steve Bannon, ex-conselheiro de Trump, acusado de utilizar fundos angariados em campanha para financiar a construção do muro na fronteira entre EUA e México para fins pessoais. "Bannon tem sido um líder importante no movimento conservador e é conhecido por sua perspicácia política", justificou a Casa Branca. O ex-engenheiro do Google, acusado de roubar mais de 14 mil documentos da empresa em favor da Uber, Anthony Levandowski, também foi agraciado. Além disso, os rappers Lil Wayne e Kodak Black, ambos acusados de porte ilegal de armas, foram perdoados. Apesar das expectativas, o jornalista Julian Assange e o delator Edward Snowden não receberam perdão presidencial.

© REUTERS / Carlos BarriaPresidente dos EUA, Donald Trump, deixa conferência de imprensa na Casa Branca, Washington, EUA (foto de arquivo)
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Presidente dos EUA, Donald Trump, deixa conferência de imprensa na Casa Branca, Washington, EUA (foto de arquivo)

Brasil fica de fora da lista de países que receberão vacinas contra COVID-19 da Índia

Nesta quarta-feira (20), a Índia dará início à exportação de vacinas contra COVID-19 desenvolvidas pela Oxford/AstraZeneca e produzidas pelo Instituto indiano Serum. Os primeiros lotes serão exportados para o Butão, Maldivas, Bangladesh, Nepal, Mianmar e Seychelles, informou o Ministério das Relações Exteriores da Índia. O governo brasileiro chegou a anunciar a importação de dois milhões de doses do imunizante produzido na Índia, mas a transação não se concretizou. As relações entre os países estão desgastadas, após o Brasil negar apoio a projeto indiano na Organização Mundial do Comércio (OMC), que previa a quebra de patentes para produtos relacionados ao combate à COVID-19, como as vacinas. O governo Bolsonaro rompeu posição tradicional do Brasil, que favorecia esse tipo de iniciativa para a produção de medicamentos genéricos, ao alinhar-se aos EUA e União Europeia contra o projeto indiano. As exportações indianas podem amenizar a forte desigualdade no acesso a vacinas contra COVID-19 entre países ricos e pobres, denunciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

© REUTERS / Danish SiddiquiAgentes da Saúde indianas na fila para receberem vacina contra a COVID-19, em Koraput, estado de Odisha, Índia, 16 de janeiro de 2021
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Agentes da Saúde indianas na fila para receberem vacina contra a COVID-19, em Koraput, estado de Odisha, Índia, 16 de janeiro de 2021

Biden quer contato com Rússia 'rapidamente' para estender Novo START

O novo presidente dos EUA pretende estabelecer contatos "rapidamente" com a Rússia para garantir a extensão do acordo Novo START de controle de armas nucleares estratégicas, informou o indicado de Biden ao cargo mais alto da diplomacia do país, Antony Blinken, durante oitiva no Congresso dos EUA. "Queremos uma extensão. O presidente eleito vai decidir por qual período", disse Blinken. O nomeado de Biden para a chefia do Pentágono, Lloyd Austin, também declarou que a administração democrata é favorável à extensão do acordo. "Controle de armamentos nucleares atende aos interesses nacionais dos EUA", disse Austin. O Novo START é o último acordo de controle de armas nucleares entre EUA e Rússia em vigor e deve expirar em fevereiro de 2021.

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