Revista norte-americana revela como Coreia do Norte pretende revolucionar capacidades militares

© REUTERS / KCNANovo míssil balístico lançado por submarino norte-coreano, supostamente denominado Pukguksong-5
Novo míssil balístico lançado por submarino norte-coreano, supostamente denominado Pukguksong-5 - Sputnik Brasil
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A revista Military Watch revelou como os norte-coreanos pretendem revolucionar suas capacidades militares em aproximadamente cinco anos.

Recentemente, a Coreia do Norte, que já declarou pretender elevar suas capacidades militares contra a "grande ameaça" dos EUA, mostrou durante desfile militar um novo míssil balístico que pode ser lançado de submarinos, denominado de Pukguksong-5.

Além disso, o país também revelou diversos outros mísseis balísticos de combustível sólido e outros tipos de armamentos, incluindo tanques e lança-foguetes.

Com isso, os norte-coreanos esperam ser capazes de ameaçar o território norte-americano, que poderia ser atingido através do mar.

O país ainda conta com mísseis hipersônicos, capazes de fornecer um ataque efetivo contra alvos na península Coreana, podendo atingir seus objetivos no Japão, bem como em Guam.

De acordo com a revista Military Watch, os norte-coreanos estão desenvolvendo um Míssil de Reentrada Múltipla Independentemente Direcionada (MIRV, na sigla em inglês) para seus mísseis balísticos de alcance intercontinental, o que dificultaria sua interceptação.

Contudo, a Coreia do Norte segue focando no desenvolvimento nuclear, já que isso daria ao país a capacidade de atacar o território norte-americano a partir de qualquer lugar, além de dificultar que seus inimigos interceptem seus projéteis.

Outro desenvolvimento ressaltado pela revista norte-americana são os satélites de reconhecimento, que podem fornecer uma ótima precisão ao arsenal de mísseis do país, sabendo sobre cada movimento dos EUA e seus aliados.

Desde 2016, a Coreia do Norte está revolucionando suas capacidades militares, que devem esperar por novas modernizações nos próximos anos, não apenas em relação aos mísseis, como também em relação a caças, sistemas de defesa aérea e drones.

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