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Cientistas 'hackeiam' base de kombuchá e criam 'materiais vivos e inteligentes'

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Micróbios (imagem referencial) - Sputnik Brasil
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Cientistas acreditam que a engenharia de micróbios para detectar e reagir ao ambiente pode facilmente ser feita em casa, da mesma forma que as pessoas cuidam de um fermento na cozinha.

Cientistas criaram "materiais vivos e inteligentes" utilizando os ingredientes básicos do kombuchá, popular bebida feita a partir da fermentação do chá das folhas da planta Camellia sinensis e da Cultura Siombióticas de Bactérias e Leveduras (SCOBY, na sigla em inglês). Os resultados foram publicados na revista científica Nature Materials na semana passada.

"Embora ainda estejamos longe de um futuro no qual as pessoas possam cultivar seus próprios sensores biológicos de forma barata, nosso novo sistema nos leva adiante criando materiais que são escaláveis ​​e, portanto, mais propensos a serem úteis no mundo real", afirma em comunicado Charlie Gilbert, autor principal do estudo.

Ao modificar a base do kombuchá, os pesquisadores foram capazes de fazer materiais vivos projetados (ELMs, na sigla em inglês) que, teoricamente, podem ser usados ​​para detectar e filtrar contaminantes na água, ou usados em embalagens para detectar e alertar para danos usando fluorescência.

Todavia, embora a inovação tenha mostrado do que os ELMs são capazes, o teste foi feito em uma escala microscópica, tornando os materiais fabricados virtualmente inúteis para fins práticos.

Ainda assim, os cientistas garantem que essa engenharia de micróbios para detectar e reagir ao ambiente pode facilmente ser feita em casa, da mesma forma que as pessoas cuidam do fermento na fase inicial na cozinha.

"Achamos que é um bom sistema, muito barato e fácil de fabricar em grandes quantidades […]. Quase todo mundo pode fazer isso na cozinha ou em casa. Você não precisa ser um especialista. Você só precisa de açúcar, precisa de chá para fornecer os nutrientes e precisa de um pedaço de mãe [da cultura modificada] Syn-SCOBY", explica Tzu-Chieh Tang, coautor do estudo.

Ou seja, os cientistas acreditam que materiais inteligentes em breve não exigirão uma manufatura intensiva em recursos em uma fábrica distante.

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