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Turquia não pedirá permissão aos EUA para comprar mais S-400 da Rússia, diz Erdogan

© REUTERS / Escritório Presidencial da Turquia / HandoutTurkish President Tayyip Erdogan makes a speech during a meeting with European Union Ambassadors?in Ankara, Turkey, January 12, 2021
Turkish President Tayyip Erdogan makes a speech during a meeting with European Union Ambassadors?in Ankara, Turkey, January 12, 2021 - Sputnik Brasil
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O presidente da Turquia afirmou que planeja discutir com Moscou a entrega do segundo regimento do sistema russo S-400 no final de janeiro.

Ancara discutirá o fornecimento de um segundo regimento de sistemas de mísseis antiaéreos S-400 com a Rússia no final de janeiro, disse na sexta-feira (15) o presidente turco Recep Tayyip Erdogan.

"Nossos passos na defesa nacional não serão determinados por nenhum país, eles dependem totalmente de nossas próprias decisões. A questão do primeiro regimento dos S-400 foi resolvida, agora continua o trabalho quanto à questão do segundo lote", disse o presidente da Turquia aos repórteres em Istambul.

Ele acrescentou que, após a posse de Joe Biden como novo presidente dos EUA, as discussões sobre questões relacionadas aos S-400 continuarão com a nova administração dos EUA.

"Não sei o que Biden dirá, mas não vamos em nenhum caso pedir a autorização de ninguém", afirmou o líder turco.

Erdogan também comentou a situação em torno da tensão com os EUA quanto aos caças F-35:

"Temos um problema com os EUA quanto aos F-35. Eles ainda não nos entregaram os aviões, apesar de termos pago muito dinheiro. Os Estados Unidos cometeram um erro muito grande em relação a nós na diplomacia internacional."

"Espero que, com a chegada de Biden ao poder, possamos dar passos muito mais positivos e resolver esta questão", apontou ele.

As entregas dos avançados sistemas de defesa antiaérea S-400 da Rússia, que desencadearam uma crise nas relações turco-americanas, começaram em meados de julho de 2019.

Washington exigiu que Ancara cancelasse o negócio e que comprasse em troca os sistemas norte-americanos Patriot, ameaçando adiar ou cancelar a venda dos novíssimos caças F-35 à Turquia, bem como impor sanções ao país.

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