Boris Johnson diz que pode endurecer ainda mais medidas de combate à COVID-19 no Reino Unido

© REUTERS / Toby MelvilleO primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, faz pronunciamento à imprensa.
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O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse neste domingo (3) que pode endurecer as medidas de restrição para combater o aumento do número de casos de COVID-19 no território britânico.

A declaração de Johnson foi dada durante uma entrevista concedida à BBC.

"Pode ser que precisemos fazer coisas nas próximas semanas que serão mais duras em muitas partes do país. Estou totalmente, totalmente conformado com isso", disse Johnson.

O primeiro-ministro afirmou que as medidas de endurecimento do lockdown podem permanecer até que haja uma cobertura vacinal massiva no Reino Unido.

"Aposto que o povo deste país está conformado com isso porque, até que a vacina realmente comece a funcionar de forma massiva, estaremos lutando contra o vírus com o mesmo conjunto de ferramentas", declarou.

Pesquisa indica derrota de Johnson

Uma pesquisa feita pela empresa Focaldata mostra que Johnson pode perder seu próprio assento e que nenhum dos dois principais partidos políticos deve conquistar maioria absoluta nas próximas eleições gerais do Reino Unido.

© REUTERS / Henry NichollsManifestante contrário ao Brexit segura bandeiras enquanto protesta em frente às Casas do Parlamento em Londres, Reino Unido, 9 de dezembro de 2020
Boris Johnson diz que pode endurecer ainda mais medidas de combate à COVID-19 no Reino Unido - Sputnik Brasil
Manifestante contrário ao Brexit segura bandeiras enquanto protesta em frente às Casas do Parlamento em Londres, Reino Unido, 9 de dezembro de 2020

O levantamento divulgado neste sábado (2) pelo jornal Sunday Times é a primeira pesquisa que traz a percepção do público sobre a forma como Johnson lidou com o processo do Brexit e o combate à COVID-19 no território.

A empresa disse que a pesquisa revelou que os conservadores, atualmente no governo, perderão 81 cadeiras, sem a maioria necessária de 80 assentos.

Com a perda de assentos, os conservadores teriam 284 cadeiras, enquanto o Partido Trabalhista, da oposição, ganharia 282 cadeiras, mostrou a pesquisa.

O levantamento ouviu mais de 22 mil pessoas ao longo de um período de quatro semanas em dezembro.

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