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Anvisa autoriza importação de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca

© AP Photo / Siphiwe SibekoVoluntário recebe dose de vacina da AstraZeneca no hospital Chris Hani Baragwanath, em Joanesburgo, África do Sul (arquivo)
Voluntário recebe dose de vacina da AstraZeneca no hospital Chris Hani Baragwanath, em Joanesburgo, África do Sul (arquivo) - Sputnik Brasil
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um pedido feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para a importação excepcional de dois milhões de doses já prontas da vacina contra a COVID-19 desenvolvida em parceria pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca.

Segundo a Anvisa, a aprovação foi realizada na última quinta-feira (31), mesmo dia em que o pedido foi feito pela Fiocruz. No entanto, a agência só informou sobre a aprovação do pedido no fim da noite deste sábado (2). O pedido feito pela Fiocruz prevê que os dois milhões de vacinas cheguem ao Brasil ainda em janeiro.

"Com importante apoio do Ministério da Saúde, vimos buscando junto à empresa AstraZeneca Brasil, com quem mantemos contrato de encomenda tecnológica para produção nacional da vacina, meios para recebermos vacinas prontas, ainda no mês de janeiro. [...] Essas tratativas lograram êxito e teremos à disposição o quantitativo de dois milhões de doses a serem entregues em janeiro", diz o pedido enviado pela Fiocruz à Anvisa, segundo a Folha.

No documento do pedido, a Fiocruz diz que o objetivo da importação é tentar antecipar o início da vacinação no Brasil. A estratégia seria dar início à imunização com as doses importadas, até que a Fiocruz finalizasse a produção das primeiras das mais de 100 milhões de doses que vai produzir. A Fiocruz prevê que as primeiras vacinas produzidas pela fundação estarão prontas no dia 8 de fevereiro.

Apesar do sinal verde para a importação dos imunizantes, a decisão da Anvisa ainda não significa que a aplicação da vacina esteja autorizada em solo brasileiro. Isto só poderá ser feito quando a AstraZeneca enviar todos os documentos necessários para a aprovação da vacina à Anvisa.

Tendo recebido e analisado os documentos, a Anvisa decidirá sobre o uso do imunizante no Brasil. Segundo o G1, a Anvisa informou nesta sexta-feira (1º) que finalizou a análise de todos os dados que a farmacêutica havia enviado até o momento.

Principal aposta do governo Bolsonaro para a imunização dos brasileiros, a vacina de Oxford já está em aplicação em outros países. O Reino Unido tornou-se na última quarta-feira (30) o primeiro país a aprovar o uso deste imunizante, seguido poucas horas depois pela Argentina.

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