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Cidadãos ucranianos pedem ao presidente a compra da Sputnik V

© Sputnik / Vladimir Pesnya / Abrir o banco de imagensVoluntária toma a vacina Sputnik V durante testes clínicos pós-registro do medicamento em Moscou
Voluntária toma a vacina Sputnik V durante testes clínicos pós-registro do medicamento em Moscou - Sputnik Brasil
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Cidadãos ucranianos estão pedindo ao presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, a compra da vacina russa contra a COVID-19, Sputnik V. O apelo está em petição registrada e publicada na plataforma de petições enviadas ao governo federal da Ucrânia.
"Verificar, solicitar e adquirir o número necessário de doses da vacina russa Sputnik V para garantir e proteger os cidadãos ucranianos contra o coronavírus, bem como para melhorar a situação social e econômica da Ucrânia", afirma o texto da petição.

O autor do texto pede também que o governo ucraniano administre gratuitamente as vacinas contra o novo coronavírus na população do país.

© Sputnik / RFPI e Centro Gamaleya / Abrir o banco de imagensTrabalho de desenvolvimento da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19
Cidadãos ucranianos pedem ao presidente a compra da Sputnik V - Sputnik Brasil
Trabalho de desenvolvimento da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19

Nesta quarta-feira (30), o Ministério da Saúde da Ucrânia assinou um contrato com a Sinovac Biotech que garante a entrega urgente de 1,8 milhão de doses da vacina contra a COVID-19 produzida pelo laboratório chinês.

Em 10 de dezembro, o primeiro-ministro da Ucrânia, Denis Shmygal, declarou que o país não pretende comprar a Sputnik V antes da conclusão da terceira fase de testes clínicos.

Dois dias antes, no entanto, o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) e o Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya haviam dito que a Sputnik V pode ser produzida na Ucrânia, e afirmaram estar preparados para prestar o apoio necessário para que isto aconteça.

A Sputnik V foi registrada na Rússia em 11 de agosto. A vacina é administrada em duas doses, com intervalo de 21 dias entre as injeções. O imunizante mostrou uma eficácia de mais de 90%, de acordo com testes clínicos.

De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, mais de 19 mil pessoas já morreram em decorrência da COVID-19 na Ucrânia, e o país já acumulou mais de um milhão de casos da doença.

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