Vacinação contra a COVID-19 na Itália não será obrigatória, diz premiê

© REUTERS / Yara NardiMenino hospitalizado infectado com COVID-19 toca a mão de seu pai através de proteção de plástico no hospital de San Raffaele em Roma, Itália, 22 de dezembro de 2020
Menino hospitalizado infectado com COVID-19 toca a mão de seu pai através de proteção de plástico no hospital de San Raffaele em Roma, Itália, 22 de dezembro de 2020 - Sputnik Brasil
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A Itália não tornará a vacinação contra a COVID-19 obrigatória, disse o primeiro-ministro Giuseppe Conte nesta quarta-feira (30).

A despeito da medida, de acordo com Giuseppe Conte, haverá uma procura de larga escala para as vacinas de forma voluntária. "Estamos confiantes de que podemos atingir uma boa porcentagem da população, mesmo de forma opcional", acrescentou Conte, segundo informações da Reuters.

"Não estamos cogitando [tornar a vacinação obrigatória], descartamos isso", disse Conte aos repórteres em sua coletiva de imprensa de fim de ano.

Após a declaração sobre vacinação, ele disse que a Itália precisa apressar a apresentação de seu plano de recuperação nacional para ter acesso a cerca de 209 bilhões de euros (cerca de R$ 1,3 trilhão) de um fundo da União Europeia concebido para ajudar as economias do bloco mais duramente atingidas pela pandemia.

A coalizão governista está indecisa em meio a uma disputa sobre como o dinheiro deveria ser administrado e investido. Conte disse que o governo finalizará e apresentará seu plano até fevereiro.

© AP Photo / Alberto PellaschiarPrimeiro-ministro italiano Giuseppe Conte durante conferência de imprensa no Palácio Chigi em Roma
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Primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte durante conferência de imprensa no Palácio Chigi em Roma

Vacina Pfizer chega à Itália

Aviões com um total de 470 mil doses da vacina Pfizer chegaram a nove aeroportos na Itália nesta quarta-feira (30). Cerca de 25% da carga de imunizantes adquirida pelo país é esperada para amanhã (31).

Na noite de natal (24), a Itália registrou 18.040 novos casos do coronavírus, e o total de infectados no país ultrapassou a marca de dois milhões. Nesta quarta-feira (30), em relação aos óbitos, foram 659 mortes em todo o país. Com isso, o número de vítimas fatais subiu para 73.029. 

Lockdown para o período do Natal e Ano Novo

No dia 18 de dezembro, o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, anunciou que o país entrará em lockdown para o período de Natal e Ano Novo. O isolamento se estenderá do dia 21 de dezembro até o dia 6 de janeiro. Durante esses dias, lojas, bares e restaurantes deverão permanecer fechados. Será proibido viajar de uma região para outra do país, e os italianos só poderão sair de casa por motivos de trabalho e saúde.

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