Reino Unido planeja usar vacina de Oxford contra a COVID-19 a partir de janeiro, diz mídia

© AP Photo / Siphiwe SibekoVoluntário recebe dose de vacina da AstraZeneca no hospital Chris Hani Baragwanath, em Joanesburgo, África do Sul (arquivo)
Voluntário recebe dose de vacina da AstraZeneca no hospital Chris Hani Baragwanath, em Joanesburgo, África do Sul (arquivo) - Sputnik Brasil
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A população do Reino Unido provavelmente terá uma segunda vacina contra a COVID-19 à disposição a partir de janeiro, desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

De acordo com uma publicação do jornal britânico The Sunday Telegraph, a vacina de Oxford será lançada em 4 de janeiro. O governo britânico quer que dois milhões de pessoas tomem as primeiras doses da vacina de Oxford ou da Pfizer dentro de 15 dias.

O Sunday Telegraph ressalta que a vacina de Oxford é mais fácil de armazenar do que a da Pfizer, além de ser mais barata, então é provável que as pessoas que vivem em áreas isoladas se beneficiem do reforço na campanha de imunização britânica.

A vacina de Oxford, porém, ainda precisa da aprovação dos reguladores sanitários britânicos, o que pode acontecer já na segunda-feira (28), segundo o jornal. Depois da liberação, centros de vacinação em massa serão abertos nos estádios e locais de conferências, provavelmente já na segunda semana de janeiro.

© REUTERS / Toby MelvilleCompradores passam por um sinal de distanciamento social em meio à pandemia da doença do coronavírus (COVID-19) em Londres, Reino Unido, 16 de dezembro de 2020
Reino Unido planeja usar vacina de Oxford contra a COVID-19 a partir de janeiro, diz mídia - Sputnik Brasil
Compradores passam por um sinal de distanciamento social em meio à pandemia da doença do coronavírus (COVID-19) em Londres, Reino Unido, 16 de dezembro de 2020

O Reino Unido iniciou seu programa de vacinação contra o novo coronavírus usando a vacina produzida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech, ainda no dia 8 de dezembro.

A vacina da AstraZeneca/Oxford mostrou uma eficácia média de 70,4% em testes clínicos. No início de dezembro, a mídia britânica informou que a fabricação dos insumos no Reino Unido para a vacina deveriam começar no início de 2021, e que pelo menos 80 milhões das 100 milhões de doses encomendadas pelo governo britânico seriam produzidas no país.

O Reino Unido é um dos países mais impactados pela pandemia da COVID-19. De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, o país acumula 2.262.735 casos confirmados e 70.513 mortes causadas pela doença, números que tornam o Reino Unido o sexto mais afetado pela pandemia, em números absolutos de infecções e óbitos.

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