Reino Unido: 2ª nova mutação do coronavírus originária da África do Sul é descoberta

© AP Photo / Frank AugsteinLoja de souvenirs turísticos em Londres fechada por conta das medidas de isolamento impostas pelo governo britânico.
Loja de souvenirs turísticos em Londres fechada por conta das medidas de isolamento impostas pelo governo britânico. - Sputnik Brasil
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Secretário da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, afirmou que dois casos de uma segunda nova mutação do coronavírus da COVID-19 foram encontrados em seu país.

Falando à imprensa, Hancock afirmou hoje (23) que os casos se deram em pessoas que viajaram à África do Sul nas últimas semanas.

"Nós detectamos dois casos de uma nova variante do coronavírus aqui no Reino Unido", disse Hancock.

Além disso, a autoridade ressaltou a capacidade de fácil transmissão da mutação.

"Esta nova variante é muito preocupante porque é ainda mais transmissível e parece ter sofrido mutação mais além da [primeira] nova variante que foi descoberta no Reino Unido", acrescentou.

Tendo em vista a origem da mutação, o secretário anunciou novas medidas para o combate à mesma no Reino Unido:

"Estamos colocando restrições imediatas às viagens oriundas da África do Sul", acrescentou.

Vacina

Apesar da notícia preocupante, Hancock afirmou que os desenvolvedores da vacina da Oxford e AstraZeneca apresentaram os dados completos do imunizante à Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde (MHRA, na sigla em inglês) do Reino Unido.

"Eu estou feliz em poder lhes dizer que a vacina da Oxford/AstraZeneca desenvolvida aqui no Reino Unido submeteu todo o pacote de dados à MHRA para aprovação."

"Este é o passo seguinte em direção a uma decisão sobre o estabelecimento de uma vacina que já está sendo produzida, inclusive aqui no Reino Unido."

Neste sábado (19), o governo britânico anunciou ao mundo que uma primeira nova variante do coronavírus SARS-CoV-2 havia sido detectada em seu território.

A notícia levou diversos países a suspenderem voos e fecharem suas fronteiras com o Reino Unido.

Por sua vez, o diretor-geral do Fundo Russo de Investimentos Diretos, Kirill Dmitriev, afirmou que a vacina Sputnik V contra o coronavírus, registrada em 11 de agosto na Rússia, é eficaz contra a nova mutação.

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