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Mulher de 107 anos é curada da COVID-19 depois de vencer câncer e gripe espanhola de 1918

© REUTERS . REMO CASILLIProfissional da saúde fazendo atendimento domiciliar a uma idosa suspeita de ter contraído a COVID-19 em Roma, Itália, no dia 3 de dezembro de 2020
Profissional da saúde fazendo atendimento domiciliar a uma idosa suspeita de ter contraído a COVID-19 em Roma, Itália, no dia 3 de dezembro de 2020 - Sputnik Brasil
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Único sintoma do novo coronavírus na norte-americana Tillie Dybing foi a fadiga. Ela já voltou para casa após passar algumas semanas longe da família.

Depois de vencer a gripe espanhola em 1918, a norte-americana Tillie Dybing ganhou outra batalha, agora aos 107 anos: a COVID-19, informou a rede de TV a cabo CNN.

A mulher do estado norte-americano de Minnesota venceu o novo coronavírus depois de ter sido diagnosticada no segundo semestre de 2020, de acordo com funcionários da comunidade Ecumen Detroit Lakes, onde ela vive desde 2015.

Nascida em 1913, ela tinha quase cinco anos de idade quando a pandemia de 1918 atingiu a fazenda da família em Dakota do Norte, disse ela à rede de TV.

"Os meus pais adoeceram e estavam na cama e eu corria para a cama e o meu pai disse: 'Você não consegue encontrar outro lugar para correr!'", contou Tillie.

Ao longo da sua vida, ela sofreu outras perdas, incluindo a morte de vários irmãos na infância e do seu marido por volta dos 80 anos. Ela é também uma sobrevivente de um câncer no útero aos 95 anos.

O único sintoma de COVID-19 que Tillie diz ter tido foi a fadiga.

"Nada nos seus pulmões. Eles disseram que ela não tem febre. Ela apenas dormia o tempo todo", disse Susan Berke, filha de Tilie.

A idosa regressou recentemente ao seu apartamento no lar para idosos após ter passado algumas semanas em isolamento, disseram os funcionários da Ecumen. Eles acrescentaram que estão felizes por ela ter se recuperado e agradeceram à sua família por ter deixado Tillie aos seus cuidados.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, os Estados Unidos têm 16,725 milhões de infectados e quase 304 mil mortos pelo novo coronavírus.

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