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Vacina da AstraZeneca é a 1ª a ter eficácia publicada em revista científica

© AP Photo / Siphiwe SibekoVoluntário recebe dose de vacina da AstraZeneca no hospital Chris Hani Baragwanath, em Joanesburgo, África do Sul (arquivo)
Voluntário recebe dose de vacina da AstraZeneca no hospital Chris Hani Baragwanath, em Joanesburgo, África do Sul (arquivo) - Sputnik Brasil
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Apesar de os dados serem os mesmos que haviam sido anunciados – eficácia média de 70,4%, podendo chegar a 90% – a publicação garante maior solidez à pesquisa.

A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca se tornou a primeira a ter resultados preliminares publicados em uma revista científica.

A publicação foi feita nesta terça-feira (8), pela revista britânica The Lancet, uma das mais importantes revistas acadêmicas do mundo.

Os dados são os mesmos que haviam sido anunciados anteriormente: a eficácia média da vacina é de 70%, podendo chegar a até 90%.

A publicação em uma revista científica garante mais solidez aos dados, já que, para a publicação, todo estudo precisa ser revisado por outros cientistas.

De acordo com a AFP, o presidente-executivo da AstraZeneca, Pascal Soriot, disse que a farmacêutica começou a enviar dados às autoridades regulatórias de todo o mundo para obter aprovação para a aplicação da vacina.

"Nossas cadeias de suprimentos globais estão funcionando, prontas para começar rapidamente a entregar centenas de milhões de doses", disse Soriot.
© REUTERS / Stefan WermuthLogo da companhia farmacêutica britânica AstraZeneca (arquivo)
Vacina da AstraZeneca é a 1ª a ter eficácia publicada em revista científica - Sputnik Brasil
Logo da companhia farmacêutica britânica AstraZeneca (arquivo)

No Brasil, o governo federal já sinalizou a preferência em contar com a vacina da AstraZeneca para a imunização da população brasileira, já que esta vacina requer temperaturas de 2 °C a 8 °C para ser armazenada, o que pode ser feito em refrigeradores comuns.

Nesta segunda-feira (7), o Ministério da Saúde anunciou o repasse de R$ 59,4 milhões para que os estados invistam no resfriamento para armazenar as vacinas.

A pasta prevê o início da vacinação do Brasil para março, e o plano é dividido em quatro fases, a começar por idosos e profissionais da saúde. O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que há a expectativa de que cerca de 150 milhões de brasileiros sejam vacinados contra a COVID-19 em todo o país até o fim de 2021.

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