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Testagem em massa no RJ é 'interessante' e outro lockdown não é necessário, defende infectologista

© Folhapress / Fernando Souza / AgifMovimentação nas ruas e comércio nos arredores do Mercado Popular do Saara, no centro do Rio de Janeiro, durante a pandemia da COVID-19, em 10 de julho de 2020.
Movimentação nas ruas e comércio nos arredores do Mercado Popular do Saara, no centro do Rio de Janeiro, durante a pandemia da COVID-19, em 10 de julho de 2020. - Sputnik Brasil
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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, anunciou nesta terça-feira (24) que vai fazer uma testagem maciça na população do estado para identificar pessoas contaminadas com a COVID-19.

Castro informou que ainda vai anunciar os locais onde serão realizados os testes do tipo RT-PCR.

Em entrevista à Sputnik Brasil, o infectologista Edimilson Migowski, professor de Doenças Infecciosas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), elogiou a medida do governo do Rio de Janeiro.

"O PCR visa saber quem tem ou não a enfermidade naquele momento, saber se aquele quadro respiratório, por exemplo, é um outro tipo de infecção qualquer ou se é COVID-19. Isso é interessante", disse.

O governador do Rio de Janeiro também descartou neste momento o fechamento do comércio como medida para frear o aumento de contaminação pela COVID-19.

Para Migowski, não é preciso fazer outro lockdown para controlar o ritmo de infecções do novo coronavírus.

"Eu sou totalmente contra o lockdown, acho que se você estabelecer o uso da máscara, evitar aglomerações, se você observar sintomas precoces, a COVID-19 fica sob controle", comentou.

Segundo o infectologista, as medidas de combate à COVID-19 têm que passar por três pilares: orientar a população sobre os sintomas e sinais da COVID-19; conscientizar sobre o uso de máscaras, sobre a importância tanto de se evitar aglomerações quanto de se higienizar as mãos; e realizar a medicação precoce.

"Se nós observarmos os três pilares a gente vai ter uma redução expressiva dos casos graves, das internações, das falências respiratórias e de mortes da COVID-19 no nosso país", defendeu.

Apesar de não se posicionar favoravelmente às medidas restritivas, Migowski diz que tem observado um aumento expressivo no número de casos de COVID-19 no Rio de Janeiro.

"Eu tenho observado muito o aumento do número de casos, tenho acompanhado muita gente doente e a minha percepção é de que a gente está enfrentando uma segunda onda", completou.
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