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Índice da Fiocruz mostra que casos de SRAG estão voltando a crescer no Brasil

© AFP 2022 / Nelson Almeida Paciente infectado pela COVID-19 em leito de UTI no hospital Albert Einstein, São Paulo, 16 de novembro de 2020
Paciente infectado pela COVID-19 em leito de UTI no hospital Albert Einstein, São Paulo, 16 de novembro de 2020  - Sputnik Brasil
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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicou esta semana que, pela primeira vez desde julho, o sistema de monitoramento semanal InfoGripe registrou tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em todo o país.

O levantamento semanal realizado pela Fiocruz foi atualizado nesta terça-feira (24) e leva em consideração os números registrados até sábado (21). A SRAG é uma intercorrência que pode ser provocada por diversos tipos de vírus respiratórios. Este ano, no entanto, devido à pandemia do novo coronavírus, cerca de 98% dos casos têm relação com a COVID-19, segundo a fundação.

A Fiocruz já vinha indicando uma tendência de aumento nos casos nas capitais há várias semanas e, agora, aponta pela primeira vez um crescimento para todo o território brasileiro.

​A última vez que o InfoGripe havia indicado uma tendência de alta da SRAG foi na semana de 28 de junho a 4 de julho.

Os números da Fundação Oswaldo Cruz mostram que, em 12 capitais do país, há sinais de crescimento moderado e forte da síndrome nas últimas seis semanas, entre as quais estão Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, seis das dez cidades mais populosas do país, enquanto apenas três capitais tiveram tendência de queda nas últimas seis semanas: Boa Vista, Recife e Teresina. 

Além disso, 21 estados mostraram tendência de crescimento no longo (seis semanas anteriores) e médio (três semanas anteriores) prazos em ao menos uma macrorregião de saúde.

Ontem (24), o Imperial College de Londres, no Reino Unido, informou que a taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil nesta semana é de 1,30, o que significa que cada 100 pessoas infectadas transmitem o vírus para outras 130. Este é o maior índice registrado pelo país desde maio.

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