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Porto Alegre em fogo de raiva: protestos contra morte de João Alberto

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Pelo quarto dia seguido, manifestantes protestam a morte de João Alberto Silveira após o mesmo ter sido espancado por dois seguranças brancos no supermercado Carrefour, na última quinta-feira (19).

O protesto teve início em frente a uma unidade do supermercado no bairro Partenon, em Porto Alegre, com manifestantes levantando cartazes para pedir justiça e fim do racismo no Brasil. Alguns deles atearam fogo nas ruas e atiraram pedras e rojões em direção à polícia, que, por sua vez, respondeu com tiros de balas de borracha.

Dois homens brancos, seguranças do local, foram presos em flagrante pelo crime e tiveram a prisão preventiva decretada.

© REUTERS / Diego VaraManifestante corre durante protesto contra o racismo, depois de João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos em unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020.
Manifestante corre durante protesto contra o racismo, depois de João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos em unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020. - Sputnik Brasil
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Manifestante corre durante protesto contra o racismo, depois de João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos em unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020.
© REUTERS / Amanda PerobelliMulher apaga fogo em loja vandalizada do supermercado Carrefour durante uma marcha em São Paulo pelo Dia da Consciência Negra e pela morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro que foi espancado até a morte no supermercado em Porto Alegre, 20 de novembro, 2020.
Mulher apaga fogo em loja vandalizada do supermercado Carrefour durante uma marcha em São Paulo pelo Dia da Consciência Negra e pela morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro que foi espancado até a morte no supermercado em Porto Alegre, 20 de novembro, 2020. - Sputnik Brasil
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Mulher apaga fogo em loja vandalizada do supermercado Carrefour durante uma marcha em São Paulo pelo Dia da Consciência Negra e pela morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro que foi espancado até a morte no supermercado em Porto Alegre, 20 de novembro, 2020.
© AP Photo / Andre PennerA frase "Vidas pretas importam", vista de cima, cobre a Avenida Paulista perto do MASP (Museu de Arte de São Paulo), 23 de novembro, 2020. As palavras foram escritas pelos ativistas após a morte brutal de João Alberto Silveira Freitas.
A frase Vidas pretas importam, vista de cima, cobre a Avenida Paulista perto do MASP (Museu de Arte de São Paulo), 23 de novembro, 2020. As palavras foram escritas pelos ativistas após a morte brutal de João Alberto Silveira Freitas. - Sputnik Brasil
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A frase "Vidas pretas importam", vista de cima, cobre a Avenida Paulista perto do MASP (Museu de Arte de São Paulo), 23 de novembro, 2020. As palavras foram escritas pelos ativistas após a morte brutal de João Alberto Silveira Freitas.
© REUTERS / Diego VaraManifestante tira fotos durante protesto contra o racismo, após João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020.
Manifestante tira fotos durante protesto contra o racismo, após João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020. - Sputnik Brasil
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Manifestante tira fotos durante protesto contra o racismo, após João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020.
© REUTERS / Amanda PerobelliManifestante salta por cima do carro durante uma marcha em São Paulo no Dia da Consciência Negra em protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro espancado até ser morto em um supermercado em Porto Alegre, 20 de novembro, 2020.
Manifestante salta por cima do carro durante uma marcha em São Paulo no Dia da Consciência Negra em protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro espancado até ser morto em um supermercado em Porto Alegre, 20 de novembro, 2020. - Sputnik Brasil
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Manifestante salta por cima do carro durante uma marcha em São Paulo no Dia da Consciência Negra em protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro espancado até ser morto em um supermercado em Porto Alegre, 20 de novembro, 2020.
© REUTERS / Diego VaraTropa de choque da polícia atua em tumulto durante protesto contra o racismo, após João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour de Porto Alegre em 23 de novembro, 2020.
Tropa de choque da polícia atua em tumulto durante protesto contra o racismo, após João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour de Porto Alegre em 23 de novembro, 2020. - Sputnik Brasil
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Tropa de choque da polícia atua em tumulto durante protesto contra o racismo, após João Alberto Silveira Freitas ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour de Porto Alegre em 23 de novembro, 2020.
© Foto / Silvio AvilaHomem negro confronta tropa de choque enquanto uma mulher negra reza durante protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, na quinta-feira (19), quando desencadeou no Brasil uma onda de indignação.
Homem negro confronta tropa de choque enquanto uma mulher negra reza durante protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, na quinta-feira (19), quando desencadeou no Brasil uma onda de indignação. - Sputnik Brasil
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Homem negro confronta tropa de choque enquanto uma mulher negra reza durante protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, na quinta-feira (19), quando desencadeou no Brasil uma onda de indignação.
© AFP 2021 / Silvio AvilaMulher negra segura uma faixa em frente a tropa de choque durante o protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, após o mesmo ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020.
Mulher negra segura uma faixa em frente a tropa de choque durante o protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, após o mesmo ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020. - Sputnik Brasil
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Mulher negra segura uma faixa em frente a tropa de choque durante o protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, após o mesmo ter sido morto por seguranças brancos no supermercado Carrefour em Porto Alegre, 23 de novembro, 2020.
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