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Em diálogo sobre a Líbia, partes concordam com plano para unificar poderes

© AP Photo / Hazaem AhmedMulheres líbias na Praça do Mártir, em Tripoli, na Líbia, em março de 2019 (foto de arquivo)
Mulheres líbias na Praça do Mártir, em Tripoli, na Líbia, em março de 2019 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Os participantes do diálogo sobre a Líbia na Tunísia concordaram com um plano para unificar as autoridades no país, informaram nesta quarta-feira (11) as Nações Unidas.

O Fórum de Diálogo sobre a Líbia, estabelecido sob o auspício da Missão de Apoio da ONU na Líbia, conta com a participação de 75 delegados de vários setores da sociedade líbia. As conversas começaram na segunda-feira (9), na cidade turística de Gammarth, nos arredores da capital da Tunísia. Segundo a agenda original da missão, as conversas devem ser concluídas até 16 de novembro.

Os participantes do diálogo concordaram com um plano apresentado para unificar as entidades governamentais e também chegaram a um acordo para realizar eleições em até no máximo 18 meses depois do início do período de transição, disse a representante especial interina do Secretário-Geral da ONU para a Líbia, Stephanie Williams, em uma conferência de imprensa.

Gravação ao vivo: coletiva de imprensa da representante especial interina do Secretário-Geral da ONU para a Líbia Stephanie Williams sobre o progresso do Fórum de Diálogo Político sobre a Líbia.

De acordo com o plano, a mesa de diálogo político sobre a Líbia deve concluir com a seleção dos integrantes do novo conselho presidencial e do governo do país. O conselho consistirá em um líder e dois vices. Cada um dos conselheiros representará uma das três regiões históricas da Líbia, Tripolitania, Cyrenaica e Fezzan. O chefe de governo e seus dois vices também representarão diferentes regiões.

Após a aprovação da composição do governo pela Câmara dos Deputados da Líbia e pelo Conselho Supremo de Estado, está previsto o começo de um período de transição, que não poderá exceder 18 meses e deverá necessariamente terminar com eleições presidenciais e parlamentares.

Muito líbios são críticos do processo de negociação ou o veem com ceticismo. O principal descontentamento entre políticos e cidadãos é a inclusão de nomes que não eram conhecidos antes no país na lista de negociadores, além de um grupo grande de apoiadores da Irmandade Muçulmana (organização terrorista proibida na Rússia e em outros países).

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