Alerta informa chefes do Pentágono sobre 'ameaça ativa' pela morte de Soleimani, dizem fontes

© AP PhotoVista aérea do prédio pentagonal de cinco lados, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Arlington, Virgínia.
Vista aérea do prédio pentagonal de cinco lados, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Arlington, Virgínia. - Sputnik Brasil
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Chefes militares e dos serviços de segurança dos EUA foram informados sobre "ameaça" pessoal possivelmente elaborada pelo Irã como vingança pela morte do general Qassem Soleimani, segundo fontes.

As autoridades americanas estariam correndo perigo não somente em suas viagens ao exterior, mas também em solo dos EUA.

Segundo contaram cinco fontes relacionadas ao assunto ao canal de TV NBC News, o alerta havia sido dado ainda no final de setembro, e a "ameaça" seria ainda ativa como uma potencial retaliação pela morte do general iraniano Qassem Soleimani, ocorrida no início do ano durante uma operação militar americana no Iraque.

Ainda segundo o alerta, os alvos da possível retaliação seriam líderes militares americanos que estiveram envolvidos no ataque a Soleimani.

Notavelmente, o secretário de Defesa americano, Mark Esper, visitou países do Oriente Médio e do sul da Ásia nesta semana de forma mais "secreta", segundo a NBC, do que o habitual, o que sugeriria maiores temores com sua segurança.

Jornalistas que viajavam com Esper só puderam divulgar detalhes sobre sua visita a Bahrain e Israel após a saída do mesmo de cada um destes países.

Incidente

O alerta foi passado aos funcionários públicos em resultado de um incidente após um dos chefes do Departamento de Segurança americano sair do Pentágono no dia 22 de setembro em um carro oficial dirigido por um membro do seu círculo de segurança.

Após sair do prédio, um veículo desconhecido começou a seguir o carro com o funcionário americano por diversos quilômetros com direção agressiva, segundo responsáveis oficiais.

O veículo era dirigido por um cidadão iraniano. Contudo, apesar do Pentágono ter considerado o episódio como uma fonte de preocupação, investigação do FBI determinou que o caso não apresentou uma ameaça real contra o funcionário.

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