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Repercussão 98,5% negativa em rede social faz Bolsonaro revogar decreto sobre o SUS, diz mídia

© REUTERS / Adriano MachadoPresidente do Brasil, Jair Bolsonaro durante declaração à mídia com o assessor de Segurança Nacional dos EUA, Robert O'Brien, no Itamaraty, Brasília, 20 de outubro de 2020
Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro durante declaração à mídia com o assessor de Segurança Nacional dos EUA, Robert O'Brien, no Itamaraty, Brasília, 20 de outubro de 2020 - Sputnik Brasil
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Na quarta-feira (28), o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, decidiu pela revogação de um decreto que abria portas para a iniciativa privada dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo publicou o site CNN Brasil, o presidente confirmou que sua motivação para revogar foi a ampla repercussão negativa do decreto, propagada nas redes sociais. Conforme publicou uma coluna especializada do jornal O Globo, 98,5% das menções ao decreto no Twitter foram contrárias à decisão, o que seria a pior repercussão de uma medida de Bolsonaro nas redes sociais desde o início de sua gestão. Os números são da consultoria Arquimedes, que analisou 150 mil postagens no Twitter.

O decreto nº 10.530 incluía o setor de atenção primária à saúde, o que comporta as Unidades Básicas de Saúde (UBS), no Programa de Parcerias de Investimento (PPI) da Presidência da República. A revogação veio por meio de edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

O texto original do decreto justifica a medida para "fins de elaboração de estudos de alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação" das UBS.

​Nas redes sociais o decreto foi apontado como um passo para a privatização de partes do SUS. À CNN, Bolsonaro negou essa possibilidade e em nota publicada em suas redes o presidente afirmou que "a medida não representa qualquer decisão prévia".

Entre as principais preocupações nas redes sociais estava a importância do SUS no combate à pandemia da COVID-19. Segundo os dados mais recentes, o Brasil passa de 158 mil mortes causadas pela doença e acumula quase 5,5 milhões de casos confirmados do novo coronavírus.

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