Pequim explica por que Pentágono exagera na 'ameaça chinesa'

© AP Photo / Mark SchiefelbeinVeículos militares chineses demonstrando o míssil balístico DF-41 durante o desfile militar em homenagem aos 70 anos da criação da República Popular da China
Veículos militares chineses demonstrando o míssil balístico DF-41 durante o desfile militar em homenagem aos 70 anos da criação da República Popular da China - Sputnik Brasil
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Nos últimos anos, o Pentágono vem exagerando na "ameaça chinesa", usando-a como "pretexto inadequado para a luta pelo orçamento", declarou durante briefing o porta-voz do Ministério da Defesa da China, Wu Qian.

Antes disso, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, anunciou duas iniciativas, direcionadas à dissuasão de Rússia e China. A primeira está ligada ao reforço das relações entre países aliados, e a segunda é dedicada à modernização de venda de armas.

Além disso, Esper declarou que os Estados Unidos devem competir com indústria de defesa de China e Rússia, "não as deixando ganhar partes do mercado". No entanto, segundo Esper, os EUA exigem de todos os seus aliados, não apenas os países do OTAN, 2% do Produto Interno Bruto (PIB) para defesa, principalmente, para a dissuasão de Rússia e China.

"Estas declarações do lado norte-americano são repletas de ideais da Guerra Fria e da mentalidade de soma zero, e somos absolutamente contra isso", comentou Wu Qian.

De acordo com as palavras do porta-voz chinês, nos últimos anos, a discussão sobre China e exagero da "ameaça chinesa" se tornaram para o Pentágono "um pretexto inadequado para a luta pelo orçamento".

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